Assembleia da Apub avaliou greve na UFBA e deliberou novas ações 

Na tarde desta quarta (15/5), foi realizada mais uma Assembleia Geral (AG) da Apub, no auditório da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFBA. A mesa de coordenação da AG foi composta por Clarisse Paradis (Malês/UNILAB), presidenta em exercício da Apub; Bárbara Coelho (ICI/UFBA), diretora administrativa do Sindicato. Foram convidados pela diretoria a compartilhar a mesa, os seguintes membros do Comando de Greve: Carolina Paraíba (IME/UFBA), suplente do Conselho de Representantes; e Paulo Zangalli (IGEO/UFBA) .A professora Clarisse abriu a atividade lembrando das deliberações da Assembleia anterior, quando foi deflagrada a greve das e dos docentes da UFBA (relembre aqui). Também informou que aconteceram reuniões das mesas de negociação, tanto a setorial voltada para as pautas não remuneratórias das carreiras do MS e EBTT na segunda-feira (13), quanto a específica relacionada ao reajuste salarial, realizada na manhã de 15 de maio. Em seguida, foi aprovada a pauta: 1) informes; 2) avaliação da greve e 3) avaliação da mesa setorial permanente de negociação com o Governo Federal no dia 13 de maio. Os informes começaram com o repasse de representante do DCE/UFBA sobre a decisão em assembleia discente de rejeitar a adesão à greve, com aprovação de estado de mobilização para fortalecer o movimento grevista de docentes e técnicos-administrativos. Além disso, o estudante reforçou a necessidade das categorias intensificarem a luta pelo orçamento das IFES, destacando a questão da assistência estudantil. A representação da pós-graduação também fez um informe sobre a adesão do setor à greve, pela primeira vez na história da Universidade, justificada pelas péssimas condições da pesquisa, sobrecarga de trabalho dos servidores e pela insuficiência do orçamento, questões que têm recaído negativamente para os e as estudantes das pós. A professora Carolina Paraíba fez os informes dos encaminhamentos da reunião geral do Comando de Greve realizada na manhã desta quarta-feira. O professor Rodrigo Pereira (FACED/UFBA) informou sobre a Comissão de Ética do Comando de Greve, que é responsável por definir parâmetros gerais para a realização das atividades e critérios das atividades consideradas essenciais, geralmente relacionadas às questões administrativas. Pedidos de avaliação de atividades podem ser encaminhadas ao e-mail apub@apub.org.br com cópia para comitedeetica.clg@gmail.com. A comissão de reúne às terças e quintas-feiras, a partir das 9h na sede do sindicato. O professor Lawrence Estivalet (Direito/UFBA) falou pela Comissão de Mobilização, estimulou a constituição de comitês de greve locais nas unidades e informou que propostas de atividades podem ser encaminhadas para: comandodegrevedocenteufba@gmail.com. Já a professora Maíra Kubik (FFCH/UFBA) informou, em nome da Comissão de Comunicação, que serão organizados boletins para informar a categoria sobre as atividades. O professor Emanuel Lins fez repasse das discussões das mesas de negociação – sobre reajuste salarial, não houve alteração; e sobre a reestruturação das carreiras, apresentou o que está na mesa com a proposta do PROIFES (confira aqui). Ele explicou que a reestruturação para quem está no início da carreira seria: excluir classe A e classe B e criar uma nova classe de entrada. Para as/os docentes no início da carreira, nos dois primeiros anos de estágio probatório,pode ter aumento de até 31% em janeiro de 2025. Se está no meio do probatório, fez progressão para A2, terá aumento de 25%. Já a reestruturação para quem está como docente Adjunto, Associado e Titular, tem relação com os degraus entre os níveis e entre as classes. O Proifes propôs apenas alteração nos degraus entre os níveis. Atualmente, para quem está como adjunto, é acrescentado 4% a cada degrau entre os níveis. O PROIFES propôs aumento para 5% e na reunião da mesa, o governo respondeu com a seguinte proposta: em janeiro de 2025, os steps das classes C e D (adjunto e associado) passam para 4,5%, e em maio de 2026 aumenta para 5%. Por fim, o governo propôs a redução do step da progressão de adjunto para associado de 25% para 22% e aumento de 5% para 6% do step da mudança da classe B para C. Em resumo, as variações dos aumentos nessa proposta, considerando o acumulado em maio de 2026, seriam: se está como B2 com mestrado, vai ter aumento de 12,80%; se está no início da carreira, com doutorado, o aumento será de 31,20%; na classe C (c1 a c4), o aumento vai 13,30% até 16,70%; para classe D (d1 a d4), começa com 14,30% e vai até 17,0% para D4 e titular. O professor Wendel Cintra (FFCH/UFBA) apresentou a iniciativa do abaixo-assinado assinado por 290 docentes, que foi entregue à Apub, na segunda-feira, com pedido de adoção do mecanismo de consulta pública como meio de decisão em matérias de grande interesse, como a greve docente na UFBA. O professor Luiz Filgueiras, por sua vez, leu o  documento elaborado por ele e pela professora Graça Druck também a respeito do tema “consulta pública”, mas rejeitando essa iniciativa.  Na discussão da pauta de avaliação da greve, as e os docentes percebem como positivo o crescimento e a mobilização do movimento, que tem sido de ocupação da Universidade. Além disso, trouxeram questões sobre as péssimas condições da infraestrutura da Universidade e de trabalho da categoria, que se relacionam com a urgência das reivindicações ao Governo Federal para recomposição orçamentária das IFES e também com os diálogos com a reitoria. A avaliação também abordou questões sobre a organicidade da greve com propostas de encaminhamentos. A manutenção da greve também foi votada na ocasião, com 154 a favor da continuidade, 8 contrários e 6 abstenções. O último ponto de pauta acabou não sendo apreciado, em razão do horário. As/os docentes decidiram discuti-lo na próxima assembleia, que será no dia 24 de maio.  Confira os encaminhamentos aprovados: – Manutenção da greve; – Envio do representante do Comando de Greve da UFBA – professor Diego Marques (FFCH/UFBA) – para reunião do Comando de Greve Nacional do Andes-SN, no próximo sábado, 18 de maio; – Organização de  ônibus de 54 lugares para docentes, com hospedagem em alojamento e apoio de R$150 de diária para alimentação para participarem da Marcha da Classe Trabalhadora em Brasília no dia 22 de maio, convocada pelas

Adufg-Sindicato convoca assembleias extraordinárias para avaliar proposta do Governo Federal

O Adufg-Sindicato promove na próxima terça-feira (21/05), assembleias extraordinárias para avaliar a nova proposta apresentada pelo Governo Federal na última reunião da Mesa Específica e Temporária da Educação do Magistério Federal. A primeira assembleia será realizada com docentes da Universidade Federal de Goiás (UFG), com primeira convocação às 9h30, no auditório do Adufg-Sindicato, localizado na 9ª Avenida, n° 193, no Setor Leste Vila Nova, em Goiânia. Também será permitida a participação remota por meio do link https://meet.google.com/jsr-amhr-zyv. No entanto, a solicitação para entrada na sala virtual deve ocorrer com no mínimo uma hora de antecedência. Na ocasião, também será reaberto plebiscito para manutenção ou não da greve da UFG. Para os docentes da Universidade Federal de Catalão (UFCat) e da Universidade Federal de Jataí (UFJ), a assembleia ocorrerá no mesmo dia, de forma conjunta, a partir das 15h30, em formato virtual, pelo link https://meet.google.com/qoj-tgxz-icq. A entrada também deve ser solicitada com antecedência de uma hora. Fonte: ADUFG Sindicato

ADURN-Sindicato: Assembleia docente vai avaliar proposta do Governo no próximo dia 21

Na próxima terça-feira (21), às 9h, o ADURN-Sindicato realiza sua 34ª Assembleia Geral Extradordinária. Em pauta, a avaliação da proposta apresentada pelo Governo durante a 5ª  reunião da Mesa Específica e Temporária do Magistério Federal, realizada no último dia 15. A atividade acontecerá presencialmente no auditório Otto de Brito Guerra, localizado na reitoria da UFRN, e remotamente via Zoom.  O momento faz parte do calendário de mobilização da greve dos docentes da UFRN que teve início no dia 22 de abril. O Edital de Convocação da Assembleia foi publicado na edição de hoje, 16 de maio de 2024, do Jornal Tribuna do Norte. Confira abaixo: Fonte: ADURN Sindicato

Governo acata contraproposta do PROIFES de substituição das Classes A/D I e B/D II por uma Classe de Entrada tornando a carreira mais atrativa

Na manhã desta quarta-feira (15) o PROIFES-Federação participou de mais uma reunião da Mesa Específica e Temporária do Magistério Federal. Na ocasião, o Governo manteve os índices de reajuste salarial de 9% em janeiro de 2025 e 3,5% em maio de 2026. No entanto, acatou a contraproposta apresentada pelo PROIFES no último dia 30 de substituição das Classes A/D I e B/D II por uma Classe de Entrada, o que torna a carreira mais atrativa. No que diz respeito aos steps, também foi acatada a contraproposta do PROIFES, com 4,5% em 2025 e 5% em 2026. Levando em consideração o reajuste acumulado de 2023 a 2026, a base da carreira acumula um ganho de 43% e o professor titular 28,2%. “Tivemos grandes avanços dentro das negociações e conquistamos o que foi possível até o presente momento. O PROIFES-Federação se posicionou dentro da mesa com a apresentação de propostas que englobam a realidade da carreira e buscam a recomposição das perdas, o que foi acatado pelo Governo. Iremos continuar trabalhando para que a carreira docente se torne cada vez mais atrativa”, afirmou Wellington Duarte, presidente do PROIFES. O Conselho Deliberativo da Federação irá se reunir de maneira virtual na quinta-feira (16) para avaliação da proposta e apresentação da mesma para a base dos sindicatos federados. O Governo marcou nova reunião para o próximo dia 27 já para a assinatura do acordo com as entidades que acatarem a proposta. Participaram da reunião o presidente Wellington Duarte, o vice-presidente, Flávio Silva, o diretor tesoureiro, Jairo Bolter, o Diretor de Assuntos Educacionais do Magistério Superior, Geci Silva, e a Diretora de Seguridade Social, Raquel Nery. Confira a explicação do presidente do PROIFES, Wellington Duarte a respeito da proposta: Confira na íntegra a proposta apresentada pelo Governo: https://proifes.org.br/wp-content/uploads/2024/05/Docentes-15-05-Proposta-Final.pdf

ADUFRGS-Sindical arrecada cerca de R$ 40 mil em pix para atender desabrigados pela enchente

Ajude a quem mais precisa! A Campanha de Solidariedade da ADUFRGS-Sindical já atendeu centenas de famílias atingidas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. Foram arrecadados, até o momento, cerca de R$ 40 mil em pix que foram destinados para compra de alimentos e produção de comida para os abrigos. O Sindicato também faz a distribuição de doações recebidas na sede da Barão do Amazonas, que incluem itens de higiene pessoal, materiais de limpeza, cobertores, roupas de cama, roupas íntimas, cestas básicas, lenços umedecidos, fraldas infantis e geriátricas. A ADUFRGS-Sindical já entregou cestas básicas e destinou recursos para cozinhas solidárias da CUT, no bairro Mario Quintana, na Cozinha da Tia Lúcia, foi montado um “QG” para organização e distribuição das marmitas que foram entregues nos bairros Rubem Berta, levadas de barco para Eldorado do Sul. Uma equipe do Sindicato também auxiliou na cozinha do Levante Popular da Juventude, produzindo marmitas para a vila Bom Jesus. Foram entregues marmitas para as famílias dos bairros Mario Quintana, Rubem Berta, Vila Cruzeiro, Restinga e Eldorado do Sul. Outra ação da ADUFRGS-Sindical foi a destinação de recursos financeiros para contribuir com as ações do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS campus Canoas), IFSul Sapucaia do Sul e para a Escola de Educação Física, Fisioterapia e Dança (ESEFID), que está abrigando pessoas vítimas das inundações. A diretora de Comunicação da ADUFRGS-Sindical, Ana Karin Nunes, destaca a importância da Campanha de Solidariedade do Sindicato, que tem ajudado muitas pessoas nos abrigos. “Nossa campanha já arrecadou cerca de 40 mil reais para ajudar as comunidades carentes. Também destinamos uma parte desses recursos para professores das universidades públicas e institutos federais que foram atingidos, ou seja, estamos procurando ajudar a quem precisa”, informou. Ana Karin reforçou, ainda, que “é gratificante reconhecer a solidariedade da população de todo o País, mas o papel do estado é fundamental na gestão dessa crise provocada pelas enchentes.” “Nós precisamos trabalhar em rede, unindo esforços da sociedade e das esferas municipal, estadual e federal”, defendeu. Equipes do Sindicato produziram lanches e distribuíram donativos para os abrigos da Vila dos Sargentos no bairro Serraria. No abrigo da Casa D, onde estão alojadas as famílias do Quilombo Areal, foram entregues 35 colchões, travesseiros, cobertores, itens de higiene pessoal e material de limpeza. No último final de semana, a ADUFRGS-Sindical doou para o abrigo da ESEFID/UFRGS 100 pacotes de pães e proporcionou um almoço especial para homenagear as Mães. O Sindicato comprou os insumos e contratou uma equipe de um restaurante para produzir o galeto. A ADUFRGS-Sindical reforça o pedido de doações financeiras pelo pix e de donativos na sede da Barão do Amazonas, 1581. Contamos com a sua solidariedade! Veja os itens que podem ser doados na sede da Barão do Amazonas (Horário das 10h às 16h): Lembramos também a conta solidária para doações financeiras: Chave Pix (51) 99628-4142 ou Banco 133 – Cresol Agência 5607-3 Conta Corrente 79153-9 Fonte: ADUFRGS Sindical

Adufg-Sindicato discute questões relacionadas à greve e à contraproposta do PROIFES-Federação com docentes das escolas de engenharia da UFG

Como parte das atividades de mobilização da greve de docentes da Universidade Federal de Goiás (UFG), o Adufg-Sindicato promoveu, nesta segunda-feira (13/05), reunião com professores e professoras dos cursos de engenharia da instituição de ensino. Um dos principais objetivos foi abordar questões relacionadas às negociações da categoria com o Governo Federal.  Na ocasião, o presidente do Adufg-Sindicato, professor Geci Silva, respondeu questões relacionadas à contraproposta apresentada pelo PROIFES-Federação ao governo. Ele também falou sobre os próximos passos das negociações e tirou dúvidas sobre a greve. “Debater assuntos tão importantes com a categoria é fundamental para que nossa greve seja forte e obtenha os resultados pretendidos”, afirmou.  O vice-diretor da Escola de Engenharia Civil e Ambiental (EECA), professor Humberto Carlos Ruggeri Júnior, ressaltou a importância da iniciativa do Adufg-Sindicato em discutir as questões mais técnicas das negociações com os docentes. “Isso faz com que a categoria encare a greve de uma forma mais madura. Esse contato mais direto com a contraproposta nos faz entrar nessa luta de forma mais consciente”, disse. Professor da Escola de Engenharia Elétrica, Mecânica e de Computação (EMC), Reinaldo Nogueira também destacou a importância da mobilização e da participação da categoria. “Na nossa unidade, a maioria votou contra a greve, mas, mesmo assim, a grade maioria está com todas as atividades suspensas. Acreditamos que seja uma boa oportunidade para o sindicato continue negociando e o governo apresente uma proposta que, de fato, atenda nossas reivindicações”. A contraproposta Sobre as negociações acerca de reestruturação de carreira e recomposição salarial, o PROIFES-Federação enviou, no dia 30 de abril, contraproposta que prevê reajustes salariais de 3,5% em 1º de setembro de 2024, 9,5% em 1º de janeiro de 2025 e 4% em 1º de janeiro de 2026. Cabe ao Executivo Federal aceitar ou não o que foi proposto, e, caso rejeite, apresentar contraproposta. A resposta à categoria deve acontecer na próxima quarta-feira (15), em reunião da Mesa Específica e Temporária da Educação do Magistério Federal.  Para saber mais detalhes da contraproposta enviada pelo PROIFES ao Governo Federal, clique aqui. Fonte: ADUFG-Sindicato

Em Defesa da Educação, ADURN-Sindicato realiza Ato Público com Debate nesta sexta-feira (17)

Na próxima sexta-feira, dia 17 de maio, às 9h, o ADURN-Sindicato realizará o Ato Público com Debate em Defesa da Educação. O evento vai acontecer no auditório Otto de Brito Guerra, localizado na reitoria da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. A atividade terá como pauta o Orçamento da Educação e as instituições de ensino superior; o Orçamento da União; e as emendas parlamentares.  O presidente do ADURN-Sindicato, Oswaldo Negrão reforça que o objetivo do encontro  “é debater com nossos deputados federais e senadores sobre a temática do financiamento e dos investimentos necessários para o desenvolvimento da Ciência, da Tecnologia e da Inovação; das ações de Ensino Superior e também da educação no contexto global”. Os(as) parlamentares que representam o Estado do Rio Grande do Norte em Brasília foram convidados para a discussão. A iniciativa é parte integrante da agenda de mobilização grevista do ADURN-Sindicato, que busca dar visibilidade às reivindicações dos(as) docentes, tais como: a  recomposição do orçamento das Instituições Federais de Ensino (IFEs), a reestruturação das carreiras do Magistério Superior e do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico e o reajuste salarial da categoria. O ato pretende reunir a comunidade acadêmica e todos(as) aqueles(as) interessados(as) em contribuir para o debate e o fortalecimento da da Educação no Brasil.  “Fica o pedido para que toda a comunidade acadêmica se engaje também no reforço desse convite para os nossos parlamentares e participe nesta próxima sexta feira da atividade”, finalizou Negrão.  Nas redes sociais, o ADURN-Sindicato está reforçando o convite aos deputados e senadores para que participem do evento. Mobilize você também! Faça uma publicação sobre o debate e marque o ADURN-Sindicato e os parlamentares do nosso Estado. Fonte: ADURN Sindicato

ADUFRGS-Sindical segue com a Campanha de Solidariedade

Faça sua doação para ajudar os desabrigados. Durante todo o final de semana, equipes da ADUFRGS-Sindical fizeram a distribuição de doações aos desabrigados pelas enchentes no Estado. Foram entregues 35 colchões, travesseiros, cobertores, itens de higiene pessoal e material de limpeza às famílias do Quilombo do Areal, que estão alojadas no Abrigo Casa D. No abrigo da ESEFID/UFRGS, a ADUFRGS-Sindical doou 100 pacotes de pães e proporcionou um almoço especial para homenagear as Mães. O Sindicato comprou os insumos e contratou uma equipe de um restaurante para produzir o galeto. Veja os itens que podem ser doados na sede da Barão do Amazonas (Horário das 10h às 16h): Lembramos também a conta solidária para doações financeiras:  Chave Pix (51) 99628-4142 ou  Banco 133 – Cresol  Agência 5607-3  Conta Corrente 79153-9 Fonte: ADUFRGS-Sindical

PROIFES participa de reuniões bilaterais com MEC para discutir carreiras do Magistério Superior e EBTT

Na manhã desta segunda-feira (13) o PROIFES- Federação participou de duas reuniões bilaterais da Mesa Setorial Permanente de Negociação do MEC. Os encontros aconteceram de forma simultânea e trataram da carreira do Magistério Superior e Educação Básica e Tecnológica.  O vice-presidente do PROIFES, Flávio Silva e a Diretora de Seguridade Social, Raquel Nery representaram o PROIFES na reunião que tratou do Magistério Superior e a Diretora de Direitos Humanos, Rosangela Oliveira e a integrante do Conselho Deliberativo, Isaura Brandão, da reunião que trata da carreira EBTT. Magistério Superior Durante a reunião, os representantes do PROIFES apresentaram para a Diretora de Desenvolvimento da Rede de Instituições Federais de Educação Superior , Tânia Mara que coordenou o trabalho da primeira mesa, a pauta não remuneratória também apresentada na contraproposta enviada ao Governo no último dia 30 de abril, acrescida de alguns itens. Na ocasião se discutiu também a minuta do regimento de funcionamento da mesa que será formalizado em breve. O documento trata de questões como o fim do controle de frequência para os professores da Carreira EBTT; progressão docente; sugestões de mudança na Lei 12.772/2012 para adequação dos processos de progressão e promoção funcional de docentes das IFES com acúmulo de interstícios; alteração do Artigo 21 da Lei 12.772/2012 de modo a incluir a cessão do servidor do magistério superior para cargo em comissão ou função gratificada em hospital universitário da Rede Federal de Ensino e a permissão de que o docente que ingresse em uma Instituição Federal de Ensino por concurso público já sendo docente em outra Instituição mantenha a posição na carreira que ocupava na anterior. Reivindicou-se ainda a revisão nas atribuições da Comissão Permanente de Pessoal Docente (CPPD) com vistas a adequar os processos de progressão e promoção funcional às várias mudanças ocorridas nas carreiras do Magistério Superior e EBTT. Confira o documento apresentado na íntegra. https://proifes.org.br/wp-content/uploads/2024/05/Oficio-No-46-2024-Pauta-MS-SESU.pdf O MEC recebeu a pauta levada pelo PROIFES se comprometendo a analisá-la para apresentação de respostas numa próxima reunião que deverá ser marcada dentro do prazo de trinta dias.  EBTT Na mesa que tratava especificamente da carreira de Ensino Básico e Tecnológico foi apresentada pelo PROIFES uma pauta não orçamentária que aborda temas como dispensa do controle de frequência, conforme acordado no Acordo 19/2015, firmado entre o Governo e a Federação; Revogação da portaria 983/2020 que aumenta a carga horária docente, inviabilizando o tripé, ensino, pesquisa e extensão; Recomposição do Conselho Permanente de Reconhecimento de Saberes e Competência e Pontos da pauta especifica dos Colégios de Aplicação para discussão no decorrer destas mesas setoriais. Confira na íntegra o documento apresentado. https://proifes.org.br/wp-content/uploads/2024/05/Oficio-No-45-2024-Pauta-EBTT-MEC.pdf Diante do que foi apresentado, a Coordenadora Geral de Desenvolvimento de Pessoas da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, SIlvilene Silva, se comprometeu a analisar a pauta levada pelo PROIFES e a apresentar na próxima reunião uma proposta de criação de uma portaria que, reconhecendo o acordo de 2015 trate de questões que não foram detalhadas no mesmo como a definição de 8h mínimas para aula. A portaria conterá ainda a suspensão imediata da 983 e da cobrança de ponto. Um outro ponto apresentado na reunião que será discutido no MEC foi a possibilidade de  substituição dos técnicos administrativos em período de licença por mais de seis meses.

Já parou para pensar no impacto da carreira docente na sua saúde mental?

Por Ana Campos Quando pensei em escrever um projeto sobre saúde mental e carreira docente para o edital do CNPq em 2022, tive medo de estar cavando uma área delicada da carreira e gerar polêmica sobre um tema que há muito tempo tem sido evitado nas universidades. Sabemos da importância de se ter saúde e sabemos que a carreira docente é desafiadora desde o início. Porém, me incomoda acharmos que isso é “normal” e faz parte do processo da própria carreira. Será? Até quando teremos que entrar em verdadeiras disputas internas de egos, cargos, projetos, bolsas, financiamento, fama e até armários? Não sou vítima do sistema, pois me coloquei nessa engrenagem consciente e por conta própria todas as vezes que tentei editais, e mais ainda há alguns anos quando me candidatei a um cargo administrativo. Foram quatro anos de muitos aprendizados, mas também de adoecimento, perseguição e tristeza. Em meio aos reptos e conquistas que permeiam o universo acadêmico, a partir de uma dor pessoal vi uma oportunidade ímpar para refletirmos sobre um tema crucial: o preço da carreira acadêmica. Para ser sincera nem tinha esperança de ser aprovada no edital, afinal vários nomes da saúde mental apresentariam projetos brilhantes. Mas, eu sabia que se mergulhasse a fundo no problema eu teria uma chance. Como em várias outras ocasiões, escrevi o projeto sozinha, de madrugada, enquanto meu filho dormia. Fiz isso por quatro dias, e não recomendo. Então, este não é apenas um convite para responder a um questionário, mas um chamado para compartilhar suas experiências, desafios e anseios dentro desse ambiente que tanto amamos e dedicamos nossas vidas. O projeto já impacta no nome: “O preço da carreira acadêmica no Brasil: um estudo multinível sobre a invisibilidade da saúde mental de docentes universitários”. Com esse título espero que todos se sintam sensibilizados como eu a querer achar respostas e caminhos. Essa pesquisa é nacional e terá uma amostra proporcional por região brasileira (se Deus quiser e se você me ajudar). É a chance de desvendar parte dos bastidores dessa jornada, os altos e baixos que muitas vezes ficam invisíveis aos olhos do público. Sabemos que ser um professor universitário é mais do que um trabalho; e também não pode e nem deve ser “por amor”. É equilibrar múltiplas demandas, lidar com pressões constantes e, ao mesmo tempo, nutrir a missão de formar profissionais. Após viver momentos difíceis de saúde eu quero ser lembrada por estar fazendo parte de um movimento de transformação, onde nossas vozes e dores se unem em busca de um ambiente acadêmico mais justo, equilibrado e sustentável. Cada resposta é uma peça valiosa desse quebra-cabeça coletivo que estamos montando juntos. Ao responder ao questionário, não apenas você estará refletindo sobre suas experiências pessoais, mas também contribuindo para um retrato fiel da realidade dos docentes no Brasil. Quais são os desafios que mais pesam em seus ombros? Como lidam com as cobranças acadêmicas e administrativas? Quais são os efeitos disso em sua saúde mental e bem-estar? Com a sua participação, teremos a oportunidade de compreender melhor as nuances dessa carreira apaixonante e desafiadora. Mais do que isso, poderemos identificar áreas de melhoria, propor mudanças e promover um ambiente acadêmico mais humanamente habitável, eu diria. Sua participação é simples e rápida. Nosso teste piloto indicou uma média de 10 a 12 minutos. Basta acessar neste link e dedicar alguns minutos do seu tempo para compartilhar suas vivências. E, para mais informações sobre o projeto ou para compartilhar suas reflexões, por favor, entre em contato conosco pelo Instagram da coordenadora @dra_anacampos Vamos juntos construir um futuro acadêmico melhor! Fonte: Unifesspa