Diretoria do PROIFES-Federação se reúne nessa sexta-feira

O PROIFES – Federação realizou nessa sexta-feira (20) reunião remota com toda a diretoria da entidade. O objetivo é dá andamento e continuar o planejamento das diversas atividades da Federação programadas para o decorrer do ano. O primeiro ponto discutido entre os membros da diretoria é o reforço das solicitações de audiências com os ministérios. No início do mês de janeiro o PROIFES protocolou ofícios solicitando reuniões com os ministros da Educação, do Trabalho, da Previdência, de Ciência e Tecnologia e de Gestão e carreira. “Entendemos que esse é um momento em que o governo ainda está se estruturando e se organizando, porém seguimos buscando um espaço de diálogo para pautarmos com urgência as políticas importantes para a reestruturação da educação pública e de valorização dos servidores. Temos boas expectativas de que em breve seremos atendidos pelos ministérios”, afirmou o presidente do PROIFES, professor Nilton Brandão. Além das questões administrativas discutidas na reunião, foi colocada em pauta ainda a estruturação dos Grupos de Trabalho, com sugestões de temas e propostas a serem abordados nas futuras audiências dos GTs. “Estamos iniciando o ano com muita organização e planejamento para direcionarmos os trabalhos do PROIFES da melhor maneira possível, sempre buscando atender as necessidades dos sindicatos federados e dos servidores das Universidades Públicas e Institutos Federais”, afirmou Brandão. Durante a reunião também foi definido o local do XIX Encontro Nacional que nesse ano será realizado em Salvador-BA. No próximo mês, nos dias 10 e 11 de fevereiro o Conselho Deliberativo do PROIFES também irá se reunir, dando andamento nas atividades da entidade.

Presidente Lula homenageia o reitor Carlos Luiz Cancellier

Cancellier foi alvo de processo sem provas e se suicidou em outubro de 2017 Em reunião realizada em Brasília nessa quinta-feira (19) com reitores das universidades públicas federais o presidente Lula homenageou o reitor catarinense Luiz Carlos Cancellier que dirigiu a Universidade Federal de Santa Catarina nos anos de 2016 e 2017. “Quero aproveitar este momento, com cinco anos e quatro meses de atraso, e dizer para você, meu caro Luiz Carlos Cancellier, que pode ter matado a sua carne, mas as suas ideias continuarão no meio de nós a cada momento em que a gente pensar em educação”, afirmou o presidente Lula. Cancellier cometeu suicídio em outubro de 2017 após ser alvo de um inquérito policial sob acusação de um suposto desvio de mais de 80 milhões de reais. O inquérito foi encerrado um ano após o suicídio por falta de provas. A delegada responsável pelo caso, Erika Marena, era ligada a Operação Lava Jato e chefe da Operação Ouvidos Moucos que apurava suspeita de fraude em contratos de fundações da UFSC. “Faz cinco anos que esse homem se matou, pela pressão de uma polícia ignorante, de um promotor ignorante, de pessoas insensatas que condenaram as pessoas antes de investigar e antes de julgar”, declarou o presidente Lula. O presidente lamentou ainda a falta de uma solenidade da Presidência da República sobre o caso. “A gente não pôde nem fazer um ato em homenagem a ele, porque, neste País, deixou de haver reunião de reitores há muito tempo”, afirmou.  Como consequência do inquérito o reitor chegou a ser destituído do cargo que ocupou por 16 meses, levado a uma prisão de segurança máxima e também foi proibido de frequentar as dependências da UFSC. 

Ministra de Ciência e Tecnologia recebe representantes do PROIFES-Federação

A ministra de Ciência e Tecnologia, Luciana Santos, recebeu nessa quarta-feira (18) o diretor de Ciência e Tecnologia do PROIFES-Federação, professor Ênio Pontes e o membro do GT de Ciência e Tecnologia, professor José Edeson Siqueira.  Na ocasião, esteve em pauta a retomada de investimentos para financiamento da produção científica, tecnológica e inovação das nossas universidades e institutos. Dentre os pontos apresentados durante a reunião foi colocada a importância de uma reunião oficial com a diretoria do PROIFES para apresentação das pautas emergenciais levantadas pela entidade para a valorização das atividades dos professores e pesquisadores das universidades e institutos federais, como a correção de valores das bolsas de pesquisa e de pós-graduação em todos os níveis. A ministra Luciana Santos ressaltou que a ciência estará articulada a outras pastas, de maneira que possa ser promotora de desenvolvimento econômico e social. “Haverá investimentos em inovação tecnológica e educação científica, seja na capacitação de professores da educação básica, na formação dos jovens e na habilitação dos trabalhadores aos novos modos de produção e economia criativa”, afirmou. “Essa foi uma reunião importante que dá início na retomada da valorização da ciência no nosso país, saímos do encontro com boas expectativas para a reconstrução de um espaço de diálogo dentro do governo. Estaremos presentes buscando melhorias nos investimentos da ciência e tecnologia depois de um longo período de negacionismo e abandono”, afirmou o professor Ênio Pontes.

PROIFES-Federação participa de encontro com o presidente Lula, MT e centrais sindicais

O PROIFES-Federação participou nessa quarta-feira (18) de encontro com o presidente Lula, Ministério do Trabalho e as centrais sindicais. O evento aconteceu no Palácio do Planalto e teve como principal propósito a discussão de uma nova política de valorização do salário mínimo. Estiveram presentes na reunião o presidente do PROIFES, professor Nilton Brandão, o tesoureiro da entidade, professor Flávio Silva, a Diretora de Assuntos Sindicais, professora Socorro Coelho e o presidente de ADufrgs, Jairo Bolter. O evento foi articulado pela CUT que juntamente com as principais centrais sindicais do país apresentaram temas importantes a serem debatidos, dentre eles estão: A reestruturação sindical brasileira, a revogação de reformas que atacaram direitos dos trabalhadores, a valorização do salário mínimo e dos servidores públicos, a regulamentação da negociação coletiva, a igualdade de direitos das mulheres e negros e negras e combate à fome. “Esse é um momento importante de abertura de diálogos e de participação dos trabalhadores que desde 2016 não tinham espaço dentro do governo. Hoje a perspectiva é a criação dos grupos de trabalho para a valorização do salário mínimo. Evidentemente, na sequência estaremos disputando e discutindo o reajuste dos professores e professoras que representamos em todo o Brasil”, afirmou Nilton Brandão. Na ocasião, o presidente Lula assinou despacho que determina aos ministérios do Trabalho e Emprego, da Fazenda, do Planejamento e Orçamento, da Previdência Social, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e à Secretaria-Geral e à Casa Civil da Presidência da República que elaborem proposta com o objetivo de instituir a política de valorização do salário mínimo e seus instrumentos de gestão e monitoramento. “Acham que o mundo moderno não precisa de sindicatos. Mas, a democracia quanto mais forte, mais precisa de sindicatos para representar os desejos dos trabalhadores. Não existe outra razão para eu estar aqui se não for para melhorar a vida do povo trabalhador e se não for para acabar com a fome”, afirmou o presidente Lula em seu discurso. “Esse encontro dá início aos debates sobre novas políticas de valorização do trabalhador para principalmente por fim na precarização do trabalho. A nossa expectativa com a criação da mesa de discussão é de que a partir de hoje se inicie as negociações salariais e de carreira com as diferentes categorias”, afirmou o tesoureiro do PROIFES, professor Flávio Silva. O PROIFES-Federação já protocolou ofícios junto ao Ministério do Trabalho, da Educação e de Gestão solicitando reunião para apresentação das pautas específicas da educação e de carreira, a entidade segue no aguardo de um retorno das pastas.

Ricardo Galvão é confirmado como novo presidente do CNPq

Nessa terça-feira (17) o cientista Ricardo Galvão foi anunciando pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação como novo presidente do Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq. O órgão é responsável por financiar bolsas de pesquisas de graduação e pós-graduação superior. O anúncio formal foi realizado pela ministra da pasta, Luciana Santos, que apontou o reajuste das bolsas de pesquisa do CNPq como uma das prioridades do ministério. “Estamos fazendo um estudo junto com o ministro Camilo Santana já com a perspectiva de fazer um reajuste de bolsas, que estão congeladas há nove anos”, afirmou a ministra Luciana Santos. O cientista, que foi demitido por Jair Bolsonaro do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) após apresentar os primeiros dados do desmatamento da Amazônia ocorrido durante aquela gestão, irá chefiar a área que é a principal agência de estímulo à pesquisa científica e de formação de pesquisadores nas mais diversas áreas do conhecimento, com mais de 80 mil bolsistas em universidades e institutos do país e no exterior. “Esse é mais um passo dado na reconstrução das instituições científica brasileiras. Galvão é reconhecido por seu incansável trabalho em defesa da Ciência e Tecnologia nacional. A nomeação além de acertada em razão da sua competência tem valor simbólico, pois no governo anterior Galvão foi destituído da sua função por combater o negacionismo e defender o trabalho do órgão na aferição de dados relativos ao desmatamento” afirmou o professor Ênio Pontes, diretor de Ciência e Tecnologia do PROIFES-Federação. “A reconstrução institucional do Brasil começou, os desafios são grandes, mas nossa vontade é maior” finalizou Ênio. Ricardo Galvão é formado em Engenharia de Telecomunicações pela Universidade Federal Fluminense, no ano de 2019 foi escolhido como uma das dez pessoas mais importantes para a ciência pela revista Nature, uma das publicações científicas de maior prestígio no mundo. Em 2021, recebeu o Prêmio da Liberdade e Responsabilidade Científica da Associação Americana para o Avanço da Ciência. Galvão já atuou como diretor do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas e como presidente da Sociedade Brasileira de Física. Além disso, possui doutorado na área de física de plasmas pelo Instituto de Tecnologia de Massachussets.

Lei que cria a Política Nacional de Educação Digital é sancionada

Na última semana o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou com vetos a Lei 14.533/23, que cria a Política Nacional de Educação Digital para promover a inclusão, a capacitação, a especialização, a pesquisa e a educação escolar digital. A nova lei estabelece a viabilização de politicas para o desenvolvimento de planos digitais para as redes de ensino, a formação de lideranças, a qualificação dos dirigentes escolares, a inclusão de mecanismos de avaliação externa da educação digital e o estabelecimento de metas concretas e mensuráveis na aplicação da política válidas para os ensinos público e privado. Além disso, o texto sancionado trás alterações na Lei de Diretrizes e Bases da Educação fixando a educação digital como dever do Estado por meio da garantia de conectividade à internet de alta velocidade de todas as instituições públicas de ensinos básico e superior. No âmbito das relações entre ensino e aprendizagem digitais se espera a criação de técnicas, ferramentas e recursos digitais que criem espaços coletivos de mútuo desenvolvimento entre professores e alunos. “Aos poucos vamos retomando a normalidade institucional, que passa pelo reordenamento das políticas públicas. Esperamos que essa normalização avance, e que a Federação conquiste espaços de diálogos em busca de melhorias no cenário educacional. Temos trabalhado nesse sentido e estamos aguardando retorno da solicitação de reunião com o ministério da Educação”, afirmou o vice-presidente do PROIFES-Federação, Wellington Duarte. Vetos Foram vetados três dispositivos do texto, o primeiro dispositivo previa a inclusão da educação digital (computação, programação, robótica) no currículo do ensino fundamental e médio. O segundo exclui trecho que garantia prioridade de financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) aos programas de imersão de curta duração em técnicas e linguagens computacionais para estudantes matriculados em cursos da educação profissional, técnica e tecnológica. O terceiro veto retirou as alterações que seriam feitas na Lei do Livro para incluir na definição de livro as publicações digitais equiparadas ao livro físico. No entendimento do governo, esse tema precisa ser debatido de forma mais ampla pelo Parlamento.

Proifes e Adufg participam de posse das Ministras Anielle Franco e Sonia Guajajara

O ato conjunto foi realizado no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), e contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) Representantes do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás (Adufg-Sindicato) e do PROIFES-Federação acompanharam nesta quarta-feira (11/01) a cerimônia de posse das ministras Anielle Franco, da Igualdade Racial, e Sonia Guajajara, dos Povos Indígenas. O ato conjunto foi realizado no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), e contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Elas foram as últimas ministras a tomar posse no governo. “São pastas extremamente importantes e, mais do que nunca, necessárias. Esperamos que Anielle Franco demonstre sua competência à frente do Ministério da Igualdade Social e trabalhe ativamente para implementação de políticas destinadas a superar as desigualdades raciais no Brasil. Na educação, esperamos o fortalecimento e efetividade das Leis de Cotas no Ensino Superior, na Pós Graduação e no Serviço Público”, diz o diretor administrativo do Adufg e tesoureiro do PROIFES Federação, professor Flávio Silva. A diretora de Assuntos Interinstitucionais da entidade, professora Geovana Reis, também esteve presente. “Emocionante acompanhar a posse da ministra Sonia Guajajara, no Ministério dos Povos Indígenas. Trata-se de uma pasta inédita e histórica, extremamente necessária para tratar com respeito os povos originários. A ancestralidade finalmente está sendo reconhecida”, ressalta. Também foi nomeada como secretária de Gestão do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial, a coordenadora nacional do Movimento Negro Unificado (MNU), Iêda Leal de Souza. “Muito feliz com essa nomeação. Iêda é uma mulher lutadora, uma grande referência para todos nós”, afirma a professora Geovana. Destruição A última leva de posses de ministros do novo governo Lula estava marcada para segunda e terça-feira, mas precisou ser adiada para esta quarta em razão dos atos terroristas de golpistas no último domingo. Presentes para a posse, os diretores presenciaram um cenário de destruição no Palácio do Planalto. “Uma grande tristeza andar pelos espaços e ver o que os golpistas fizeram por aqui. Um grande prejuízo ao patrimônio público. Vendo de perto, é ainda mais triste. Por isso, reforçamos que é preciso que sejam responsabilizados quem organizou, financiou, participou e foi omisso na contenção dos atos. Esperamos uma resposta rígida das autoridades eleitas e constituídas a partir de um processo democrático”, finaliza o professor Flávio.

IEAL e movimento sindical internacional repudiam atos golpistas ocorridos no Brasil

Em resposta aos atos golpistas e criminosos que aconteceram em Brasília no último domingo (08) a IEAL – Internacional de Educação da América Latina e o movimento sindical internacional repudiaram a tentativa de golpe manifestando apoio ao governo Lula, eleito democraticamente. O PROIFES-Federação recebeu da IEAL carta de repúdio afirmando ser necessária a defesa da democracia no Brasil e de suas instituições na América Latina. “O governo brasileiro deve abrir precedente ao processar judicialmente todas as pessoas envolvidas nesta tentativa de golpe promovida pela extrema direita neofacista-bolsonarista”, afirmou a IEAL que convocou todos os seus sindicatos de educação afiliados na América Latina para que se manifestem contra a tentativa de golpe sofrida. O Presidente Nacional da ASPU – Associação Sindical de Professores Universitários da Colômbia, Pedro Castillo repudiou os ataques e se solidarizou com o povo brasileiro. “Minha solidariedade ao povo brasileiro, as organizações políticas do Governo Lula e as organizações sindicais do Brasil em particular o PROIFES – Federação e CNTE”, afirmou o presidente. A CTERA – Confederação Nacional de Trabalhadores da Educação da Argentina também repudiou veementemente a tentativa de golpe expressando apoio absoluto ao povo brasileiro, aos trabalhadores do Brasil e ao Presidente Lula. “Desde a nossa organização juntamente com a CTA nos solidarizamos e nos colocamos à disposição para defender a democracia e a vontade popular”, afirmou a entidade. A União Nacional de Educadores – Sindicato Nacional do Paraguai, também declarou seu apoio. “Exortamos o povo brasileiro a não cair em manipulação grosseira e a respeitar e fazer respeitar o que civilmente expressaram nas urnas e lutar para que as instituições democráticas continuem fazendo seu trabalho, aderindo a Constituição e as leis”, afirmou o presidente da entidade, Eladio Núñez. Além das entidades citadas, também emitiram documento de apoio à democracia entidades da Espanha, Portugal, Uruguai, Honduras, El Salvador, Estados Unidos, Austrália, Costa Rica e Chile.

Diretoria do PROIFES discute efeitos de atos criminosos e golpistas ocorridos no último dia 08

No último domingo (8) Brasília foi palco de atos repugnantes de vandalismo praticados por Bolsonaristas que invadiram as sedes dos poderes executivo, legislativo e judiciário da União. Em uma clara tentativa de golpe os terroristas, sob a conivência e apoio tácito da Polícia Militar do Distrito Federal, promoveram a depredação dos bens públicos e dos símbolos mais caros da República. A invasão fez com que o presidente Lula declarasse intervenção federal na Segurança Pública do Distrito Federal e ocasionou o afastamento do governador Ibaneis Rocha. Os vândalos foram detidos e levados até o Pátio da Academia Nacional da Polícia Federal. Diante dos acontecimentos, o PROIFES – Federação promoveu na manhã dessa terça-feira (10) uma reunião ampliada com a diretoria e membros do Conselho Deliberativo da entidade para uma análise geral do cenário após o duro ataque que a democracia brasileira sofreu. O PROIFES Federação entende que esse deve ser um momento de luta pelo fortalecimento da democracia e de respeito ao governo eleito, no qual o movimento sindical deve ampliar seu espaço de atuação para que a democracia brasileira não sucumba. Além disso, é fundamental que ações como essa sejam coibidas e punidas sem abertura de precedentes para a concessão de anistias. Uma outra questão levantada durante o encontro foi a importância da retomada das pautas de reivindicações e ações junto ao governo. Não se pode permitir que atos como esses intimidem e paralisem as pautas do governo, o momento é de luta pela democracia mas também  de reconstrução de um país totalmente devastado pelo Bolsonarismo e pela extrema direita. “Estamos vivendo um momento em que precisamos nos unir não só para exigir a punição dos culpados e financiadores dos atos terroristas, mas também para continuarmos acompanhando as mudanças estruturais que o governo precisa realizar, sempre observando o nosso papel como entidade sindical. O PROIFES segue acompanhando de perto todas as movimentações e articulações, buscando um diálogo propositivo para o fortalecimento da educação pública”, afirmou o presidente do PROIFES Federação, Nilton Brandão.