MEC autoriza 937 novos cargos em institutos federais

Fonte: MEC – O Ministério da Educação (MEC) autorizou, nesta quarta-feira, 5 de agosto, por meio da Portaria nº 657/2026, a distribuição de 937 novos cargos de professores do ensino básico, técnico e tecnológico para as instituições que integram a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Como parte do plano de expansão dos mais de 100 novos campi de institutos federais, a medida destina vagas para as 63 unidades de ensino que já possuem autorização de funcionamento, contemplando 28 institutos federais de educação, ciência e tecnologia. A distribuição é parte do processo de implantação das novas unidades de institutos federais previstas no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) e, consequentemente, de início da oferta regular de cursos da educação profissional e tecnológica (EPT). Os docentes serão contratados por meio de concurso público e deverão ser os primeiros servidores efetivos dos novos campi. Institutos – As vagas são para os seguintes institutos federais: do Amazonas (Ifam); Baiano (IF Baiano); do Ceará (IFCE); Goiano (IF Goiano); do Maranhão (Ifma); de Minas Gerais (IFMG); do Norte de Minas Gerais (IFNMG); do Sudeste de Minas Gerais (IF Sudeste MG); do Sul de Minas Gerais (IFSULDEMINAS); do Triângulo Mineiro (IFTM); de Mato Grosso (IFMT); do Pará (Ifpa); de Pernambuco (IFPE); do Rio Grande do Sul (IFRS); Farroupilha (IF Farroupilha); Catarinense (IFC); de Tocantins (Ifto); do Amapá (Ifap); da Bahia (Ifba); de Goiás (IFG); Sertão Pernambucano (IF Sertão-PE); do Piauí (IFPI); do Paraná (IFPR); do Rio de Janeiro (IFRJ); Fluminense (IFF); do Rio Grande do Norte (IFRN); Sul-rio-grandense (IFSul); e de São Paulo (IFSP). Consolidação – O Novo PAC também prevê recursos para a consolidação da Rede Federal. Essa ação tem como foco os campi que ainda não possuem infraestrutura completa. Durante a consolidação, as prioridades para investimento são a construção de restaurantes estudantis, bibliotecas, blocos de salas de aula e laboratórios, quadras poliesportivas e unidades em instalações definitivas. Redação PROIFES-Federação

Como é e em quais universidades funciona o modelo que encurta rota até doutorado

Fonte: APUFSC – O caminho até o doutorado tem ficado mais curto em alguns programas de pós-graduação de universidades estaduais e federais de São Paulo. Trata-se de um novo modelo de trilha formativa, que dá a possibilidade de migrar para o doutorado após apenas um ano de mestrado.  Esse formato faz parte de um esforço de deixar a pós-graduação mais conectada com as demandas da sociedade e do mercado e evitar que os doutorados fiquem excessivamente voltados para o ambiente acadêmico. A iniciativa é prevista pelo Programa de Aperfeiçoamento da Pós-Graduação (PAPG) da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Ministério da Educação (MEC). Funciona assim: o aluno ingressa no programa pelo mestrado e, na primeira etapa, passa 12 meses dedicado a elaborar um projeto de pesquisa, identificar um orientador e estudar as disciplinas do currículo.  Após o 1º ano, o estudante passa pelo exame de qualificação, em que são avaliados o seu projeto de pesquisa e seus conhecimentos. Ao ser aprovado, pode escolher entre dois caminhos: seguir com o mestrado, que deve ser concluído em mais um ano, ou migrar para o doutorado, obtendo o título em até mais quatro anos. Leia na íntegra: Estadão Redação PROIFES-Federação

Levantamento mostra expansão do doutorado e retração do mestrado no Brasil

Fonte: Adufg – Transformações na oferta de cursos reacende o debate sobre novos modelos de formação e carreira acadêmica, destaca o Estadão A pós-graduação brasileira passa por um momento de transformação. Mudanças no perfil da oferta de cursos, na formação de pesquisadores e na organização da carreira acadêmica apontam para um sistema que busca reduzir o tempo de qualificação, ampliar o acesso ao doutorado e incorporar novas modalidades de ensino, ao mesmo tempo em que enfrenta desafios ligados à expansão da pesquisa e à qualidade da formação. Os dados mais recentes do Mapa do Ensino Superior no Brasil, publicado pelo Instituto Semesp em 2026, ilustram o cenário. Enquanto o doutorado registrou expansão de quase 16%, em 2025, impulsionado principalmente pela rede privada (+34,6%) e também pelo crescimento na rede pública (+11,6%), o mestrado sofreu retração 6,7%, puxado pela queda de 15,6% nas universidades públicas, apesar do avanço no setor privado (+9,25%).  O levantamento também mostra o crescimento do ensino a distância na pós-graduação stricto sensu, modalidade que já reúne 28,4% dos mestrandos e 17,6% dos doutorandos no País. Redação PROIFES-Federação

Aberta consulta para novo Catálogo Nacional de Cursos Técnicos

Fonte: Ministério da Educação – O Ministério da Educação (MEC) abriu, nesta segunda-feira, 3 de agosto, na Plataforma Brasil Participativo, a consulta pública da versão preliminar da 5ª edição do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT). O processo tem como objetivo receber contribuições de instituições de ensino, professores e outros profissionais da educação, estudantes, trabalhadores e o setor produtivo para subsidiar a atualização do documento de referência da educação técnica de nível médio no país. As contribuições podem ser enviadas até o dia 2 de setembro. Ao todo, a proposta contempla a revisão e a atualização de 197 cursos técnicos distribuídos em 13 eixos tecnológicos.   Atualização – A iniciativa revisa a edição atual do catálogo, vigente desde 2020. A atualização busca adequar a oferta formativa às transformações tecnológicas, às novas demandas do mundo do trabalho e às alterações normativas recentes na legislação educacional, como as diretrizes estabelecidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e na Política Nacional de Educação Profissional e Tecnológica (PNEPT).  O CNCT orienta o planejamento e a organização de cursos e itinerários formativos para as redes de ensino, informa estudantes sobre perfis profissionais e possibilidades de atuação no mundo do trabalho e serve de parâmetro para o setor produtivo na seleção de profissionais qualificados.   A elaboração da versão preliminar contou com a atuação da comissão de atualização do CNCT e de grupos de trabalho organizados por eixos tecnológicos, reunindo docentes, especialistas e representantes setoriais. Após o término da consulta pública, em setembro de 2026, as contribuições serão analisadas para finalização do documento. A apreciação pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) está prevista para ocorrer em outubro, e a 5ª edição do Catálogo deverá ser publicada até dezembro deste ano.   Confira como participar da consulta pública:  Redação PROIFES-Federação

ExpoT&C – 78ª SBPC: PROIFES debate financiamento da ciência, condições de trabalho e futuro das IFEs 

A segunda mesa de conversa realizada pelo PROIFES na ExpoT&C da 78ª Reunião Anual da SBPC, no Rio de Janeiro, reuniu o ex-ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, o diretor do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF/MCTI), Márcio Portes de Albuquerque, e o presidente do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), Anderson Gomes.  O mediador foi o professor Flavio Alves da Silva, vice-presidente do PROIFES, que ressaltou o fato de trazer ao debate  três autoridades de destaque no planejamento estratégico e conhecedores da realidade dos institutos de pesquisa, considerando a experiência de quem já geriu a educação e a ciência no mais alto nível.  “Não há futuro para as instituições federais sem financiamento estável e sem valorização de quem nelas trabalha. Para discutir isso, recebo três vozes que trazem uma perspectiva essencial”, disse No centro do diálogo, o planejamento estratégico de longo prazo, o financiamento estável da ciência como condição essencial à soberania e à autonomia tecnológica do Brasil e a valorização da carreira, tornando-a uma política de Estado, além da busca por investimentos na manutenção de equipes qualificadas e infraestrutura de ponta,   Os palestrantes concordaram que superar a política do teto de gastos e do arcabouço fiscal será o grande desafio no longo prazo, e que é preciso buscar uma proposta para o curto prazo, a partir de iniciativas dos ministérios de Ciência e Tecnologia e de Educação. Renato Janine reconheceu que é preciso investimentos urgentes em determinados setores, como nas instituições que, segundo ele, estão à mingua e com demissões já previstas, na base do próprio Ministério da Ciência, mas apontou que a solução estrutural está no que chamou de ‘dinheiro novo’, que viria de uma mudança no sistema de cobrança de impostos, que incidiriam com taxas maiores sobre os mais ricos: “Temos que tributar os mais ricos e isso implica em restabelecer a progressividade do imposto de renda pessoa física. Nos estados, o imposto sobre veículos, incluindo jatinhos, iates e etc. Nos municípios, os imoveis, porque você paga o mesmo percentual sobre uma mansão ou sobre um pequeno apartamento. Isso não é justo e tem que ser modificiado, disse, afirmando que seria uma condição com a capacidade de resolver, estruturalmente, a falta de dinheiro para a ciência no Brasil”. Ao encerrar o encontro, Flávio Silva reafirmou o papel de defesa da ciência pela Federação: “O futuro das universidades federais depende de três compromissos que não se separam- financiamento, condições de trabalho e uma política de estado e o compromisso que o proifes federação traz nessa SBPC e que levará diante” Redação PROIFES-Federação

Instituto Ágora abre inscrições para cursos de idiomas do segundo semestre

Fonte: Adurn – O Instituto Ágora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) abre, nos dias 14 e 15 de julho, as inscrições para os cursos de idiomas do segundo semestre de 2026. As vagas são destinadas ao público externo, aos estudantes e aos servidores da Universidade e contemplam os cursos de inglês, francês, espanhol, Libras, latim e grego. Nesta edição, o curso de alemão não será ofertado.  As inscrições para o público externo acontecem no dia 14 de julho. Já no dia 15 de julho, é a vez dos estudantes e servidores da instituição. Em ambos os casos, o período de inscrição tem início às 12h e segue até 23h59. Como as vagas são limitadas, é recomendável que os interessados realizem o procedimento nas primeiras horas. Os candidatos que desejarem ingressar diretamente nos níveis 2,3 ou 4 deverão se inscrever inicialmente no nível 1 do idioma escolhido e optar pelo Teste de Nivelamento durante o Questionário Investigativo. A avaliação será realizada no dia 22 de julho. As aulas terão início em 10 de agosto e seguem até 19 de dezembro. O valor da taxa semestral é de R$ 350. As inscrições devem ser realizadas por meio do formulário eletrônico disponibilizado pelo Instituto Ágora. O edital com todas as informações sobre vagas, cronograma e critérios de participação também está disponível para consulta. Redação PROIFES-Federação

CNPq altera regras e autoriza acúmulo de bolsas de graduação com auxílios assistenciais

Fonte: APUFSC/ND – O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) oficializou uma alteração nas regras de concessão de seus benefícios de graduação, permitindo acúmulo de bolsas com benefícios assistenciais. A Portaria nº 2.836, publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, dia 6, determina que estudantes universitários podem manter bolsas da autarquia federal simultaneamente com auxílios financeiros de permanência e assistência estudantil. A medida insere um novo dispositivo na regulamentação anterior para normatizar o acúmulo de bolsas e a complementação financeira por meio de outras fontes públicas ou institucionais. O ato foi fundamentado com base no Estatuto do CNPq e é resultado de deliberação realizada pela Diretoria Executiva do órgão em reunião no dia 25 de junho deste ano. Leia na íntegra: ND Redação PROIFES-Federação

Pesquisadores da UFSC identificam fatores de risco para a saúde mental de pós-graduandos

Fonte: APUFSC – A  pressão por produtividade, prazos cada vez mais apertados e a instabilidade profissional estão entre os principais fatores associados ao adoecimento mental de estudantes de pós-graduação, aponta o artigo Risk factors associated with mental health outcomes and related conditions in graduate students: a systematic review. O estudo integra a tese de doutorado de Pablo Antonio Bertasso de Araujo, do Programa de Pós-Graduação em Neurociências da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), sob orientação do professor Guilherme Fleury Fina Speretta, do Laboratório de Pesquisa CardioVasc Lab. Além da revisão sistemática, o grupo de pesquisa investigou a realidade dos estudantes de doutorado da UFSC. Neste estudo, foram observados índices aproximados de 20% de sintomas de ansiedade, 18% de sintomas de depressão e 17% de estresse. A pesquisa também analisou como atividades físicas e a meditação podem colaborar no processo. Publicado na revista científica internacional da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Brazilian Journal of Psychiatry, um dos artigos da tese reúne estudos realizados em diferentes países para identificar os principais fatores associados aos desfechos de saúde mental em estudantes de pós-graduação. Na etapa da tese realizada na UFSC, os resultados mostraram que níveis mais elevados de estresse estavam associados a pior qualidade do sono, ao aumento dos sintomas depressivos e a menor prática de atividade física. “Nosso objetivo com a revisão sistemática foi compreender o cenário global da saúde mental na pós-graduação e compará-lo com a realidade dos estudantes de doutorado da UFSC”, explica o professor Guilherme. O professor Guilherme explica que os artigos com os resultados da UFSC estão em fase final de preparação para a submissão de periódicos especializados ainda este ano. No estudo de intervenção sobre os impactos das atividades físicas e de meditação, os participantes do estudo foram acompanhados durante 12 semanas, com sessões remotas realizadas três vezes por semana. Os acadêmicos foram distribuídos em três grupos: exercício físico, meditação e controle, que manteve a rotina habitual. Antes e após o período de intervenção, foram avaliados indicadores de saúde mental, qualidade do sono, função cardiovascular e desempenho cognitivo. “Observamos que tanto o exercício físico quanto a meditação reduziram a percepção de estresse e melhoram o desempenho cognitivo. Além disso, a meditação apresentou efeitos positivos na qualidade do sono, enquanto o exercício físico contribuiu para a melhora do estado emocional”, explica o professor. Para o pesquisador, os achados reforçam que mudanças no estilo de vida podem ser estratégias acessíveis e eficazes para promover o bem-estar emocional e cognitivo de estudantes de doutorado. Cenário preocupante Segundo os pesquisadores, o ambiente acadêmico também tende a deixar em segundo plano aspectos relacionados ao bem-estar dos estudantes. Um exemplo é que, diferentemente de outras categorias profissionais, estudantes de pós-graduação geralmente não possuem direito a férias formais, o que pode contribuir para o desgaste físico e emocional ao longo da formação. A pesquisa identificou índices significativos de sofrimento psicológico entre estudantes de pós-graduação. “O cenário de saúde mental entre estudantes de pós-graduação é preocupante. Estudos apontam prevalências de até 75% de sintomas de ansiedade, 88% de percepção de estresse e 89% de sintomas depressivos. Embora esses instrumentos não sejam diagnósticos, os resultados indicam um sofrimento psicológico importante, com impacto na qualidade de vida e potencial aumento do risco de outras doenças, incluindo as cardiovasculares”, explica o pesquisador Guilherme. Além disso, entre 1,8% e 9,9% dos estudantes apresentaram desfechos relacionados ao suicídio, e problemas ligados ao comportamento alimentar foram encontrados em 5,8% a 29,9% dos participantes. Relações acadêmicas também influenciam o bem-estar Outro aspecto identificado pela pesquisa foi a influência das relações interpessoais no ambiente universitário. De acordo com os achados, a qualidade da interação entre orientadores, orientandos e colegas pode contribuir para a experiência acadêmica e para a saúde mental dos estudantes. Os pesquisadores destacam que as universidades precisam ampliar o debate sobre a saúde mental de toda a comunidade acadêmica, discutindo não apenas as relações entre orientadores e orientandos, mas também as condições de trabalho e estudo na pós-graduação. Essas discussões são fundamentais para a criação e o aprimoramento de políticas institucionais voltadas à promoção da saúde mental. “Na UFSC, já existem iniciativas nessa direção, mas esse é um tema que merece atenção contínua. Também é importante destacar que a maior parte dos estudos da nossa revisão foi realizada no exterior. Em um estudo do nosso laboratório, conduzido na UFSC com estudantes de doutorado, observamos que a maioria avaliou sua relação com o orientador como boa ou muito boa, sugerindo que outros fatores também podem impactar a saúde mental nessa população”, explica o pesquisador Guilherme.  Os autores destacam que a saúde mental dos estudantes de pós-graduação é influenciada por uma combinação de fatores acadêmicos, psicológicos, sociais, financeiros, biológicos, relacionados aos hábitos de vida e às condições de saúde preexistentes. Redação PROIFES-Federação

PND: inscrições são prorrogadas até 10/7

Fonte: Ministério da Educação – As inscrições para a Prova Nacional Docente (PND) 2026 foram prorrogadas até o dia 10 de julho e devem ser realizadas, exclusivamente, no Sistema PND. O novo prazo também vale para as solicitações de atendimento especializado e para o uso do nome social. A taxa de inscrição é de R$ 85 e poderá ser paga até 14 de julho.  O resultado das solicitações de atendimento especializado será divulgado em 14 de julho, com período para interposição de recursos entre os dias 14 e 16 de julho. O resultado final dos recursos será divulgado em 20 de julho.  A aplicação da prova está mantida para o dia 20 de setembro, e o resultado final será divulgado em 15 de dezembro.  Cronograma:  Inscrições: até 10 de julho.  Solicitação de atendimento especializado e uso do nome social: até 10 de julho.  Pagamento da taxa de inscrição: até 14 de julho.  Aplicação da prova: 20 de setembro.  Divulgação do resultado final: 15 de dezembro.  PND – A avaliação é composta por duas partes. A parte de Formação Geral Docente conta com 30 questões objetivas e uma questão discursiva, que visa analisar aspectos como clareza, coerência, coesão, argumentação e domínio da norma-padrão da língua portuguesa. Já a parte de Componente Específico tem 50 questões de múltipla escolha, voltadas para situações-problema e estudos de caso da área de formação do participante. Serão avaliadas 21 áreas de licenciatura.  Por meio da prova teórica do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade das Licenciaturas), a PND tem como objetivo avaliar a formação de concluintes das licenciaturas. A avaliação também subsidia parte dos processos seletivos e concursos públicos realizados nos âmbitos federal, estadual e municipal para ingresso na carreira docente da educação básica pública.  Redação PROIFES-Federação

Endica lança oito cursos gratuitos em parceria com UnB e PNUD

Fonte: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania – A Escola Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Endica), vinculada à Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (SNDCA), está com as inscrições abertas para oito cursos voltados à qualificação de profissionais, conselheiros, gestores, estudantes e demais integrantes da rede de proteção que atuam diariamente na promoção, proteção e defesa dos direitos de crianças e adolescentes em todo o país. A formação é oferecida gratuitamente na plataforma da Endica, em parceria com a Universidade de Brasília (UnB) e com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). A secretária nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Pilar Lacerda, destacou a importância do investimento contínuo em formação: “Garantir os direitos de crianças e adolescentes exige investimento permanente na formação de quem atua diariamente na promoção, proteção e defesa desses direitos”. Para ela, os cursos da Endica representam o compromisso do Governo do Brasil com o fortalecimento de políticas públicas baseadas em evidências, na intersetorialidade e na proteção integral: “Nosso convite é para que todas as pessoas interessadas aproveitem esta oportunidade de formação gratuita e ampliem seus conhecimentos em temas fundamentais para a garantia dos direitos da infância e da adolescência”. Entre os temas estão: Introdução aos Direitos de Crianças e Adolescentes Indígenas, Quilombolas e de Comunidades Tradicionais; Erradicação do Trabalho Infantil e a Proteção do Trabalhador Adolescente; Políticas Públicas e Redes de Atendimento em Situação de Violência Sexual; Fluxos de Atendimento Integrado às Crianças e aos Adolescentes Vítimas ou Testemunhas de Violência; Centros de Atendimento Integrado à Luz da Lei da Escuta Protegida (Lei n.º 13.431/2017); História dos Direitos da Criança e do Adolescente; Sistema de Informação para Infância e Adolescência (SIPIA); e Sistema de Garantias de Direitos de Crianças e Adolescentes. Com formação sobre legislação, fluxos de atendimento, políticas públicas, proteção a populações tradicionais e estratégias de promoção da saúde mental, os cursos buscam fortalecer a atuação dos profissionais para prevenir violações, aprimorar a escuta protegida e qualificar as respostas junto à rede de garantia de direitos. Inscrições Os cursos estão disponíveis de forma contínua na plataforma da Endica. A inscrição é gratuita e aberta a qualquer pessoa interessada, sem exigência de formação prévia. Ao concluir as atividades, os participantes receberão certificação, conforme as regras de cada curso. Inscreva-se: https://mooc.endica.unb.br Redação PROIFES-Federação