Pesquisadores da UFSC identificam fatores de risco para a saúde mental de pós-graduandos

Fonte: APUFSC – A pressão por produtividade, prazos cada vez mais apertados e a instabilidade profissional estão entre os principais fatores associados ao adoecimento mental de estudantes de pós-graduação, aponta o artigo Risk factors associated with mental health outcomes and related conditions in graduate students: a systematic review. O estudo integra a tese de doutorado de Pablo Antonio Bertasso de Araujo, do Programa de Pós-Graduação em Neurociências da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), sob orientação do professor Guilherme Fleury Fina Speretta, do Laboratório de Pesquisa CardioVasc Lab. Além da revisão sistemática, o grupo de pesquisa investigou a realidade dos estudantes de doutorado da UFSC. Neste estudo, foram observados índices aproximados de 20% de sintomas de ansiedade, 18% de sintomas de depressão e 17% de estresse. A pesquisa também analisou como atividades físicas e a meditação podem colaborar no processo. Publicado na revista científica internacional da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Brazilian Journal of Psychiatry, um dos artigos da tese reúne estudos realizados em diferentes países para identificar os principais fatores associados aos desfechos de saúde mental em estudantes de pós-graduação. Na etapa da tese realizada na UFSC, os resultados mostraram que níveis mais elevados de estresse estavam associados a pior qualidade do sono, ao aumento dos sintomas depressivos e a menor prática de atividade física. “Nosso objetivo com a revisão sistemática foi compreender o cenário global da saúde mental na pós-graduação e compará-lo com a realidade dos estudantes de doutorado da UFSC”, explica o professor Guilherme. O professor Guilherme explica que os artigos com os resultados da UFSC estão em fase final de preparação para a submissão de periódicos especializados ainda este ano. No estudo de intervenção sobre os impactos das atividades físicas e de meditação, os participantes do estudo foram acompanhados durante 12 semanas, com sessões remotas realizadas três vezes por semana. Os acadêmicos foram distribuídos em três grupos: exercício físico, meditação e controle, que manteve a rotina habitual. Antes e após o período de intervenção, foram avaliados indicadores de saúde mental, qualidade do sono, função cardiovascular e desempenho cognitivo. “Observamos que tanto o exercício físico quanto a meditação reduziram a percepção de estresse e melhoram o desempenho cognitivo. Além disso, a meditação apresentou efeitos positivos na qualidade do sono, enquanto o exercício físico contribuiu para a melhora do estado emocional”, explica o professor. Para o pesquisador, os achados reforçam que mudanças no estilo de vida podem ser estratégias acessíveis e eficazes para promover o bem-estar emocional e cognitivo de estudantes de doutorado. Cenário preocupante Segundo os pesquisadores, o ambiente acadêmico também tende a deixar em segundo plano aspectos relacionados ao bem-estar dos estudantes. Um exemplo é que, diferentemente de outras categorias profissionais, estudantes de pós-graduação geralmente não possuem direito a férias formais, o que pode contribuir para o desgaste físico e emocional ao longo da formação. A pesquisa identificou índices significativos de sofrimento psicológico entre estudantes de pós-graduação. “O cenário de saúde mental entre estudantes de pós-graduação é preocupante. Estudos apontam prevalências de até 75% de sintomas de ansiedade, 88% de percepção de estresse e 89% de sintomas depressivos. Embora esses instrumentos não sejam diagnósticos, os resultados indicam um sofrimento psicológico importante, com impacto na qualidade de vida e potencial aumento do risco de outras doenças, incluindo as cardiovasculares”, explica o pesquisador Guilherme. Além disso, entre 1,8% e 9,9% dos estudantes apresentaram desfechos relacionados ao suicídio, e problemas ligados ao comportamento alimentar foram encontrados em 5,8% a 29,9% dos participantes. Relações acadêmicas também influenciam o bem-estar Outro aspecto identificado pela pesquisa foi a influência das relações interpessoais no ambiente universitário. De acordo com os achados, a qualidade da interação entre orientadores, orientandos e colegas pode contribuir para a experiência acadêmica e para a saúde mental dos estudantes. Os pesquisadores destacam que as universidades precisam ampliar o debate sobre a saúde mental de toda a comunidade acadêmica, discutindo não apenas as relações entre orientadores e orientandos, mas também as condições de trabalho e estudo na pós-graduação. Essas discussões são fundamentais para a criação e o aprimoramento de políticas institucionais voltadas à promoção da saúde mental. “Na UFSC, já existem iniciativas nessa direção, mas esse é um tema que merece atenção contínua. Também é importante destacar que a maior parte dos estudos da nossa revisão foi realizada no exterior. Em um estudo do nosso laboratório, conduzido na UFSC com estudantes de doutorado, observamos que a maioria avaliou sua relação com o orientador como boa ou muito boa, sugerindo que outros fatores também podem impactar a saúde mental nessa população”, explica o pesquisador Guilherme. Os autores destacam que a saúde mental dos estudantes de pós-graduação é influenciada por uma combinação de fatores acadêmicos, psicológicos, sociais, financeiros, biológicos, relacionados aos hábitos de vida e às condições de saúde preexistentes. Redação PROIFES-Federação
Abandono no ensino médio cai 34% após Pé-de-Meia e chega a menor nível desde 2007

Fonte: APUFSC/ Folha de S. Paulo – Os dados do Censo Escolar de 2025 revelam melhora nas taxas de abandono do ensino médio. A taxa dos que deixam de ir à escola nessa etapa, em escolas públicas, chegou a 2,5% no ano passado, a menor desde 2007, início da série histórica disponibilizada pelo Ministério da Educação (MEC). A queda no abandono foi de 34% em relação a 2023, ano anterior ao início do Pé-de-Meia, que paga bolsas para estudantes do ensino médio com o objetivo de mantê-los na escola. O programa é uma das vitrines do governo Lula (PT), mobiliza orçamento bilionário e deve ter protagonismo na campanha para a tentativa de reeleição do presidente. Os dados foram divulgados oficialmente nesta sexta-feira, dia 26, pelo MEC. Resultados de aprovação e reprovação também tiveram avanço, tanto no médio quanto no ensino fundamental. A taxa de abandono nos finais do ensino fundamental foi de 1% em 2025. O abandono é o primeiro passo para evasão, quando o estudante não se matricula no ano seguinte, após abandonar no ano letivo. Leia na íntegra: Folha de S. Paulo Redação PROIFES-Federação
Novas regras para formação de professores incluem IA na grade e aula on-line ao vivo em instituições com nota baixa

Fonte: APUFSC/O Globo – O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou nesta terça-feira, dia 23, as novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para formação inicial de professores com a obrigatoriedade do ensino de “recursos de inteligência artificial” e uma regra que flexibiliza o decreto do Ministério da Educação para a educação à distância em cursos de graduação (EAD). Na nova regra criada pelo CNE, os cursos de Pedagogia e as licenciaturas ofertados no formato semipresencial deverão funcionar com uma carga horária presencial mínima de 50%. Os cursos que não conseguirem atingir o conceito 3 no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), avaliação que mede a qualidade dos cursos de ensino superior do país com uma escala de 1 a 5, em duas edições sucessivas serão obrigados a oferecer uma carga horária adicional de 20%, que poderá ser realizada no formato síncrono mediado ou presencial. As regras aprovadas nesta terça-feira agora terão a redação finalizada pelo CNE e serão encaminhadas para o Ministério da Educação (MEC), que precisa homologar a decisão. Só depois disso ela passa a valer. Outra novidade do texto é a inclusão da obrigatoriedade de inteligência artificial entre os componentes que os futuros professores devem aprender. De acordo com texto, é preciso “desenvolver competências para a integração crítica, ética, inclusiva e pedagogicamente orientada das tecnologias digitais, da educação midiática e dos recursos de inteligência artificial nos processos de ensino, aprendizagem e avaliação”. Redação PROIFES-Federação
Oito anos após lei pioneira, estados ainda enfrentam desafios de vacinar dentro da escola

Fonte: APUFSC/Folha de S. Paulo – Pioneiro na criação de uma lei estadual, em 2018, que passou a exigir a apresentação da carteira de vacinação atualizada para matrícula e rematrícula de estudantes das redes pública e privada, o Paraná inspirou outros estados a seguirem o mesmo caminho. As experiências mostram, porém, que legislações sozinhas não garantem melhores coberturas vacinais. Ao menos 16 estados possuem legislações ou diretrizes relacionadas à exigência da atualização vacinal no ambiente escolar. Em geral, a falta de vacinação não impede a matrícula ou a rematrícula, mas, nesses casos, o Conselho Tutelar e/ou o Ministério Público devem ser acionados. Transformar a escola em uma aliada da imunização busca enfrentar uma barreira conhecida pelas equipes de saúde: crianças mais velhas e, principalmente, adolescentes estão menos presentes nas salas de vacina. Dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar de 2024 mostram que pouco mais de 50% dos adolescentes tinham tido contato com algum serviço de saúde nos 12 meses anteriores ao estudo. Leia na íntegra: Folha de S. Paulo Redação PROIFES-Federação
Bloqueio de R$ 300 milhões no CNPq pode afetar pagamento de milhares de bolsas de pesquisa

Fonte: Folha/APUFSC – O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) teve um bloqueio de R$ 300 milhões, o equivalente a 15% de seu orçamento para este ano. A medida poderá afetar aproximadamente 80% dos 102 mil bolsistas da fundação nos próximos meses. O bloqueio foi confirmado à Folha pelo presidente do CNPq, Olival Freire Junior. Se ele não for revertido, deverão ser afetados os pesquisadores que recebem bolsas oriundas do orçamento do conselho. Esse é o caso da maioria dos bolsistas, uma vez que somente cerca de 20% recebem valores provenientes de outras fontes, como convênios e Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Fndct). Vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a fundação disse que tomou conhecimento da medida no último dia 10 e ainda não há previsão para retomada da verba. Segundo o presidente do CNPq, existe a promessa do governo Lula (PT) de recomposição do valor. Em torno de 95% do valor em questão incide sobre bolsas, o que representaria o pagamento de cerca de dois meses de bolsas para pesquisadores, segundo Olival. Leia na íntegra: Folha de S. Paulo Redação PROIFES-Federação
Universidades federais lideram ranking de inovação do país

Fonte: APUFSC – As universidades federais, vinculadas ao Ministério da Educação (MEC), lideraram os registros do recém-divulgado anuário de 2025 do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), que mapeia as proteções de criação intelectual no país. O relatório aponta um domínio das universidades federais em categorias estratégicas para o desenvolvimento nacional, como o desenvolvimento de softwares. Segundo o documento, sete em cada dez dos maiores depositantes de patentes de invenção no Brasil são entidades públicas, sendo as universidades federais as principais responsáveis por esse desempenho. No ranking de Patentes de Invenção, das 51 posições ocupadas pelos maiores depositantes nacionais, 30 são de federais. O setor de educação responde isoladamente por 20,9% de todos os participantes ranqueados. A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) aparece em 5º lugar no ranking de Programas de Computador, com 74 depósitos de pedidos de registro relacionados ao desenvolvimento de softwares. Nas Patentes de Invenção, a UFSC está em 24º lugar, com 35 depósitos de pedidos de patentes. Além disso, a Universidade tem seis depósitos de Patentes de Invenção em parceria com outros integrantes do ranking, que reúne nas primeiras posições empresas como a Petrobras. Para o secretário de Educação Superior do MEC, Marcus David, os números apontam para o retorno prático à sociedade do investimento público nessas instituições. “As universidades federais são protagonistas da inovação brasileira. Sua presença entre os principais depositantes de patentes do país evidencia a capacidade de transformar conhecimento em soluções concretas para a sociedade. Além de formarem profissionais altamente qualificados, as universidades federais são espaços de produção científica, desenvolvimento tecnológico e geração de inovação. Cada patente depositada e cada software registrado representam avanços com potencial para fortalecer a indústria, aprimorar os serviços públicos, impulsionar a competitividade nacional e contribuir para a soberania científica e tecnológica do Brasil”. Confira o relatório na íntegra. Redação PROIFES-Federação
Falta investimento para conectar escolas brasileiras à internet, mostra levantamento

Fonte: Valor Econômico/APUFSC – O Brasil precisará investir ao menos mais R$ 550 milhões para atingir a meta de universalizar a conectividade à internet nas escolas públicas brasileiras, segundo o número obtido por meio da Calculadora de Custos de Aprendizagem Digital, ferramenta recém-lançada e desenvolvida pela ONG MegaEdu em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Esse investimento envolve garantir acesso à energia elétrica, internet e wi-fi em todas as salas de aula do país. De acordo com levantamento da MegaEdu, com dados que abastecem a calculadora desenvolvida com o BID e ajuda gestores públicos dos países da América Latina a planejar a universalização digital, a quantidade de escolas da rede pública brasileira com acesso à internet deu um salto de 45% para 73% desde 2023, quando foi lançada a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec) por inciativa do Ministério da Educação (MEC). O avanço foi especialmente expressivo nas regiões mais vulneráveis. O Norte passou de 24% para 64%, e o Nordeste, de 46% para 74%. Contudo, 27% das instituições da rede de ensino no país ainda estão desconectadas – em números absolutos, são 37,4 mil escolas que precisam se adequar aos parâmetros do programa para que o Brasil consiga universalizar a conectividade nas escolas públicas. Leia na íntegra: Valor Econômico Redação PROIFES-Federação
Câmara aprova requerimento de urgência para PL da negociação coletiva no serviço público

Fonte: APUFSC – O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira, dia 9, o requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei (PL) 1893/2026, que trata da negociação das relações de trabalho no setor público e da representação sindical de servidores e empregados públicos, estabelecendo regras para a negociação coletiva entre a administração pública e as entidades representativas dos trabalhadores. O requerimento havia sido apresentado no final de abril pelos deputados Paulo Pimenta (PT-RS) e Adolfo Viana (PSDB-BA), poucos dias após a medida ter sido encaminhada ao Congresso pelo governo federal. Na prática, agora, o PL poderá ser incluído automaticamente na Ordem do Dia para discussão e votação imediata pelo plenário da Câmara. O PL 1893/2026 altera a Lei 8112/1990, que dispõe sobre o Regime Jurídico Único (RJU) dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais. O projeto busca alinhar o Brasil às diretrizes da Convenção nº 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), uma demanda aguardada desde 1978. Entenda o PL 1893/2026 A nova regulamentação cria um espaço formal, previsível e transparente de negociação, visando pôr fim às decisões unilaterais que historicamente precarizam o setor público. Entre as principais garantias estabelecidas no texto do projeto, destacam-se: As centrais sindicais ressaltam que a consolidação da negociação coletiva é a principal ferramenta para combater a terceirização desenfreada e assegurar instrumentos de capacitação e valorização profissional. A Apufsc-Sindical, junto ao Proifes-Federação, está mobilizada pela aprovação do PL e convida todos a participarem desta campanha em defesa da negociação coletiva no serviço público, pressionando os parlamentares catarinenses a votarem favoravelmente ao projeto, neste link. Redação PROIFES-Federação
Cresce o número de jovens doutores que deixam o meio acadêmico

Fonte: APUFSC/Valor Econômico – Segundo dados da Agência de Estatísticas do Ensino Superior (Hesa, na sigla em inglês) analisados pela Vitae, organização que apoia o desenvolvimento de carreira para pesquisadores, 41% dos que obtiveram o título de doutor no ano letivo de 2022-2023 estavam lecionando ou pesquisando em universidades 15 meses depois de terem concluído o doutoramento – uma queda em comparação com os 49% da pesquisa realizada quatro anos antes, sobre o ano letivo de 2018-2019. A fuga de talentos das universidades para o setor privado é bem mais forte nas áreas de ciência e tecnologia: dados da Hesa sobre o mesmo período mostram que a proporção de doutores da área de ciências exatas em cargos acadêmicos caiu de 43% para 33%. Já os da área de artes e ciências humanas continuam a trabalhar no ensino superior em taxas semelhantes às de cinco anos atrás, mas um número maior acaba em cargos de docência com menos segurança e menos perspectivas de avanço na carreira. Uma razão para essa contração é que o crescimento do número de novos doutores não é acompanhado por um aumento das vagas de emprego nas universidades, o que acirra a competição por cargos de pesquisa para pós-graduados. O total de títulos de doutor conferidos subiu de 14.150 em 2000 para 24.025 em 2022. Uma busca rápida no jobs.ac.uk, o portal de de empregos na área acadêmica do Reino Unido, mostrou cerca de 1.100 vagas de emprego em abril; dados da Hesa indicam que o número de docentes e pesquisadores em instituições de ensino superior do Reino Unido caiu 1% em 2024, em comparação com o ano anterior, para 244.755. Leia na íntegra: Valor Econômico Redação PROIFES-Federação
Saiba como será a tramitação da PEC do fim da escala 6×1 no Senado

Fonte: APUFSC/Agência Brasil – Com o feriado de Corpus Christi, o encaminhamento da PEC que acaba com a escala 6×1 para Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado ficou somente para a próxima semana. Na quarta-feira, dia 10, o presidente da comissão, senador Otto Alencar (PSD-BA), deve definir o relator do texto. A PEC aprovada semana passada na Câmara, que acaba com a 6×1, terá prioridade. Ela também estabelece, primeiro redução de 44 pra 42 horas a jornada semanal de trabalho e depois a jornada cai de 42 para 40 horas semanais. Isso tudo num prazo de 14 meses. A outra PEC, a da oposição, encabeçada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN) vai ter de entrar na fila. Essa PEC libera horas ilimitadas de trabalho diária ou semanal. A tendência, no entanto, é que as duas transmitem juntas, que tenham o mesmo relator. O governo quer tudo aprovado até o recesso em julho. Mas só na CCJ a PEC tem 30 dias de tramitação para votar o parecer. Depois, pode ir para outra comissão, como a de Assuntos Econômicos, ou direto para o plenário, com votação em dois turnos. Se tiver emenda, volta pra votação na CCJ e se for alterada, ainda volta para a Câmara. Redação PROIFES-Federação