Pesquisadores do Brasil podem ter quebrado paradigma científico de 400 anos

Fonte: APUFSC/Jornal da Ciência – Pesquisadores descobriram um novo tipo de sincronização em sistemas complexos — conjuntos de elementos que interagem entre si e com o ambiente — que desafia uma das ideias centrais da área, aceita há mais de 400 anos. Publicado na revista Nature Communications com apoio do Instituto Serrapilheira, o estudo liderado por cientistas do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP) mostra que sistemas podem apresentar comportamento sincronizado mesmo quando a interação entre seus componentes não segue a lógica tradicional baseada em relações entre pares. Entre os autores estão o matemático brasileiro Tiago Pereira e o holandês Eddie Nijholt, pesquisadores do ICMC-USP. A sincronização é um fenômeno em que diferentes elementos passam a atuar de maneira coordenada. Aparece em diversos sistemas naturais e tecnológicos, como a atividade de neurônios no cérebro, redes elétricas e outros sistemas complexos. Desde o século 17, quando o físico holandês Christiaan Huygens observou dois relógios de pêndulo sincronizados, a explicação dominante era de que esse comportamento surgia a partir da interação direta entre os elementos envolvidos. O novo estudo mostra que essa regra não é suficiente para explicar todos os casos. Os pesquisadores demonstraram que, em determinados sistemas, a sincronização pode surgir apenas quando três ou mais componentes interagem simultaneamente, revelando um mecanismo coletivo que não aparece quando esses elementos são analisados individualmente. “A sincronização é um dos fenômenos mais importantes da natureza. Aparece em sistemas muito diferentes entre si e sempre foi entendida a partir da ideia de interação entre pares de elementos. O que mostramos é que existem situações em que pode emergir por outro mecanismo”, afirma Pereira. A descoberta amplia a compreensão sobre sistemas complexos e pode ajudar pesquisadores de diferentes áreas a desenvolver modelos para estudar fenômenos coletivos, como processos relacionados ao cérebro, ao clima e a redes tecnológicas. O trabalho também tem uma história de colaboração científica que atravessou a pandemia de Covid-19. A pesquisa foi desenvolvida por Tiago Pereira em parceria com o matemático holandês Eddie Nijholt, hoje professor do ICMC-USP. Em 2020, Nijholt se preparava para realizar um pós-doutorado no Brasil, mas o fechamento das fronteiras impediu sua viagem. Para manter a colaboração, Pereira usou recursos flexíveis do apoio recebido do Instituto Serrapilheira para financiar o trabalho do pesquisador enquanto ele permanecia na Holanda. A parceria continuou durante o período da pandemia e avançou após a retomada das atividades presenciais. “A flexibilidade do apoio do Serrapilheira foi fundamental para manter essa colaboração durante a pandemia. Se não tivéssemos conseguido apoiar Eddie naquele momento, provavelmente ele teria seguido outro caminho. Hoje ele é professor do ICMC e autor correspondente deste trabalho. É um exemplo de como o investimento em pesquisa básica pode gerar resultados científicos e ajudar a formar grupos de excelência no Brasil”, diz Pereira. Após retornar ao Brasil, Nijholt fez pós-doutorado, conquistou uma bolsa Jovem Pesquisador da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e passou a integrar o ICMC-USP. A colaboração entre os pesquisadores já havia resultado em trabalhos de destaque e agora leva a uma nova descoberta sobre um dos fenômenos coletivos mais estudados pela ciência. “Quando entendemos melhor como sistemas complexos passam a atuar de forma coordenada, criamos novas possibilidades para compreender fenômenos naturais e desenvolver aplicações em diferentes áreas da ciência e da engenharia”, diz Pereira. Redação PROIFES-Federação

Brasil enfrenta epidemia de violência contra professores

Fonte: APUFSC/G1 – Uma pesquisa realizada pelo Centro do Professorado Paulista (CPP) com 1.144 professores revela que 65% dos entrevistados afirmam já ter sofrido algum tipo de agressão em sala de aula ou no ambiente escolar. A violência verbal é a mais comum, representando 71% das agressões, seguida pela psicológica e moral (58%), a institucional (27%) e a física (19%).  O Brasil também lidera o ranking de violência contra professores em levantamento feito em 2024 pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que ouviu 280 mil professores e diretores de escola de 55 países.  No país, 47% dos professores relatam ser intimidados ou abusados ​​verbalmente por alunos como uma fonte de estresse, ante uma média global de cerca de 18%. O tema da violência contra educadores voltou ao debate público após o caso da professora Michele Ramos, de São José dos Campos, que registrou um boletim de ocorrência depois de alunos colocarem uma lâmina de vidro em seu copo de água durante a aula em uma escola municipal. Redação PROIFES-Federação

Brasil e outros 28 países criam órgão global de inteligência artificial

Fonte: APUFSC/UOL – Ao todo, 29 países, incluindo o Brasil, assinaram um acordo na última quinta-feira, dia 16, para criar a Organização Mundial para Cooperação em Inteligência Artificial, órgão intergovernamental que, segundo a China, tem como objetivo promover a cooperação internacional e a governança global no campo da IA. Representantes dos 29 países, incluindo Rússia, Belarus, Sérvia, Cuba, Brasil e Venezuela, além de dez países africanos e 12 asiáticos, assinaram o acordo como membros fundadores. A sede da organização ficará em Xangai, informou a agência estatal chinesa Xinhua. Leia na íntegra: UOL Redação PROIFES-Federação

UnB vai sediar encontro nacional de pesquisadores negros 

Fonte: APUFSC/Agência Brasil – Entre os dias 28 e 31 de julho, o campus Darcy Ribeiro da Universidade de Brasília (UnB) acolherá o 14º Congresso Nacional de Pesquisadores Negros (Copene). A programação do evento prevê a realização de minicursos, oficinas, painéis e mesas redondas durante o Copene, além do lançamento de dezenas de livros. Conforme os organizadores, milhares de participantes são esperados para o maior encontro de intelectuais, acadêmicos e estudiosos negros brasileiros, além de pesquisadores de outros países da América Latina. “O Copene constitui um espaço estratégico para a divulgação da produção científica, o fortalecimento de redes de pesquisa, a valorização dos saberes afrodiaspóricos e a formulação de propostas voltadas à promoção da equidade racial e da justiça social”, informa a divulgação do evento. O congresso na UnB é organizado pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da universidade (NEAB/UnB), pela Associação Brasileira de Pesquisadores(as) Negros(as) (Cbpn) e pelo Consórcio Nacional de Núcleos de Estudos Afro-Brasileiros (Conneabs). A UnB é reconhecida como instituição federal de ensino pioneira em adotar um programa de acesso acadêmico por meio de cotas raciais, em 2003. Atualmente, todas as 69 universidades federais do país possuem cotas raciais, por força da Lei de Cotas (Lei 12.711/2012). Acesso às universidades e à pesquisa Com as políticas afirmativas, o número de pessoas negras (pretas e pardas) com curso superior no Brasil cresceu nos últimos anos. Segundo o Censo Populacional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a proporção de pessoas pardas com graduação subiu de 2,4% para 12,3%, e a de pessoas pretas passou de 2,1% para 11,7% entre 2000 e 2022. As proporções, no entanto, ainda são menos da metade do percentual de pessoas brancas que têm curso superior (25,3%). No mesmo período, o percentual de doutores negros no comando de grupos certificados Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) passou de 8,1% para 22,6%. A proporção de pessoas pretas e pardas no conjunto total da população é bem superior: 55,5%. Há no país cerca de 15 mil pesquisadores negros. Fonte: Agência Brasil Redação PROIFES-Federação

CNPq destina R$ 25 milhões para projetos de pesquisa com instituições africanas

Fonte: APUFSC/Folha de S. Paulo – O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) recebe, até 31 de agosto, inscrições para a chamada do Programa de Cooperação Afro-Brasileira em Ciência e Tecnologia (PróÁfrica) de 2026. Para este edital, serão contemplados projetos de pesquisa que visem a colaboração entre pesquisadores brasileiros com instituições de pesquisa africanas e pesquisadores africanos que estejam no país. Podem participar equipes de pesquisa coordenadas por pesquisadores com doutorado e vínculo com a instituição de execução do projeto, que deve também estar cadastrada no diretório nacional de instituições do órgão. Com um total estimado de R$ 25 milhões, provenientes do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, o edital aceita propostas em cinco eixos: ambiental e sustentabilidade; alimentar e agricultura; energia e recursos naturais; saúde; e social e cultural. Leia na íntegra: Folha de S. Paulo Redação PROIFES-Federação

CNPq altera regras e autoriza acúmulo de bolsas de graduação com auxílios assistenciais

Fonte: APUFSC/ND – O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) oficializou uma alteração nas regras de concessão de seus benefícios de graduação, permitindo acúmulo de bolsas com benefícios assistenciais. A Portaria nº 2.836, publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, dia 6, determina que estudantes universitários podem manter bolsas da autarquia federal simultaneamente com auxílios financeiros de permanência e assistência estudantil. A medida insere um novo dispositivo na regulamentação anterior para normatizar o acúmulo de bolsas e a complementação financeira por meio de outras fontes públicas ou institucionais. O ato foi fundamentado com base no Estatuto do CNPq e é resultado de deliberação realizada pela Diretoria Executiva do órgão em reunião no dia 25 de junho deste ano. Leia na íntegra: ND Redação PROIFES-Federação

Pesquisadores da UFSC identificam fatores de risco para a saúde mental de pós-graduandos

Fonte: APUFSC – A  pressão por produtividade, prazos cada vez mais apertados e a instabilidade profissional estão entre os principais fatores associados ao adoecimento mental de estudantes de pós-graduação, aponta o artigo Risk factors associated with mental health outcomes and related conditions in graduate students: a systematic review. O estudo integra a tese de doutorado de Pablo Antonio Bertasso de Araujo, do Programa de Pós-Graduação em Neurociências da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), sob orientação do professor Guilherme Fleury Fina Speretta, do Laboratório de Pesquisa CardioVasc Lab. Além da revisão sistemática, o grupo de pesquisa investigou a realidade dos estudantes de doutorado da UFSC. Neste estudo, foram observados índices aproximados de 20% de sintomas de ansiedade, 18% de sintomas de depressão e 17% de estresse. A pesquisa também analisou como atividades físicas e a meditação podem colaborar no processo. Publicado na revista científica internacional da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Brazilian Journal of Psychiatry, um dos artigos da tese reúne estudos realizados em diferentes países para identificar os principais fatores associados aos desfechos de saúde mental em estudantes de pós-graduação. Na etapa da tese realizada na UFSC, os resultados mostraram que níveis mais elevados de estresse estavam associados a pior qualidade do sono, ao aumento dos sintomas depressivos e a menor prática de atividade física. “Nosso objetivo com a revisão sistemática foi compreender o cenário global da saúde mental na pós-graduação e compará-lo com a realidade dos estudantes de doutorado da UFSC”, explica o professor Guilherme. O professor Guilherme explica que os artigos com os resultados da UFSC estão em fase final de preparação para a submissão de periódicos especializados ainda este ano. No estudo de intervenção sobre os impactos das atividades físicas e de meditação, os participantes do estudo foram acompanhados durante 12 semanas, com sessões remotas realizadas três vezes por semana. Os acadêmicos foram distribuídos em três grupos: exercício físico, meditação e controle, que manteve a rotina habitual. Antes e após o período de intervenção, foram avaliados indicadores de saúde mental, qualidade do sono, função cardiovascular e desempenho cognitivo. “Observamos que tanto o exercício físico quanto a meditação reduziram a percepção de estresse e melhoram o desempenho cognitivo. Além disso, a meditação apresentou efeitos positivos na qualidade do sono, enquanto o exercício físico contribuiu para a melhora do estado emocional”, explica o professor. Para o pesquisador, os achados reforçam que mudanças no estilo de vida podem ser estratégias acessíveis e eficazes para promover o bem-estar emocional e cognitivo de estudantes de doutorado. Cenário preocupante Segundo os pesquisadores, o ambiente acadêmico também tende a deixar em segundo plano aspectos relacionados ao bem-estar dos estudantes. Um exemplo é que, diferentemente de outras categorias profissionais, estudantes de pós-graduação geralmente não possuem direito a férias formais, o que pode contribuir para o desgaste físico e emocional ao longo da formação. A pesquisa identificou índices significativos de sofrimento psicológico entre estudantes de pós-graduação. “O cenário de saúde mental entre estudantes de pós-graduação é preocupante. Estudos apontam prevalências de até 75% de sintomas de ansiedade, 88% de percepção de estresse e 89% de sintomas depressivos. Embora esses instrumentos não sejam diagnósticos, os resultados indicam um sofrimento psicológico importante, com impacto na qualidade de vida e potencial aumento do risco de outras doenças, incluindo as cardiovasculares”, explica o pesquisador Guilherme. Além disso, entre 1,8% e 9,9% dos estudantes apresentaram desfechos relacionados ao suicídio, e problemas ligados ao comportamento alimentar foram encontrados em 5,8% a 29,9% dos participantes. Relações acadêmicas também influenciam o bem-estar Outro aspecto identificado pela pesquisa foi a influência das relações interpessoais no ambiente universitário. De acordo com os achados, a qualidade da interação entre orientadores, orientandos e colegas pode contribuir para a experiência acadêmica e para a saúde mental dos estudantes. Os pesquisadores destacam que as universidades precisam ampliar o debate sobre a saúde mental de toda a comunidade acadêmica, discutindo não apenas as relações entre orientadores e orientandos, mas também as condições de trabalho e estudo na pós-graduação. Essas discussões são fundamentais para a criação e o aprimoramento de políticas institucionais voltadas à promoção da saúde mental. “Na UFSC, já existem iniciativas nessa direção, mas esse é um tema que merece atenção contínua. Também é importante destacar que a maior parte dos estudos da nossa revisão foi realizada no exterior. Em um estudo do nosso laboratório, conduzido na UFSC com estudantes de doutorado, observamos que a maioria avaliou sua relação com o orientador como boa ou muito boa, sugerindo que outros fatores também podem impactar a saúde mental nessa população”, explica o pesquisador Guilherme.  Os autores destacam que a saúde mental dos estudantes de pós-graduação é influenciada por uma combinação de fatores acadêmicos, psicológicos, sociais, financeiros, biológicos, relacionados aos hábitos de vida e às condições de saúde preexistentes. Redação PROIFES-Federação

Abandono no ensino médio cai 34% após Pé-de-Meia e chega a menor nível desde 2007

Fonte: APUFSC/ Folha de S. Paulo – Os dados do Censo Escolar de 2025 revelam melhora nas taxas de abandono do ensino médio. A taxa dos que deixam de ir à escola nessa etapa, em escolas públicas, chegou a 2,5% no ano passado, a menor desde 2007, início da série histórica disponibilizada pelo Ministério da Educação (MEC). A queda no abandono foi de 34% em relação a 2023, ano anterior ao início do Pé-de-Meia, que paga bolsas para estudantes do ensino médio com o objetivo de mantê-los na escola. O programa é uma das vitrines do governo Lula (PT), mobiliza orçamento bilionário e deve ter protagonismo na campanha para a tentativa de reeleição do presidente. Os dados foram divulgados oficialmente nesta sexta-feira, dia 26, pelo MEC. Resultados de aprovação e reprovação também tiveram avanço, tanto no médio quanto no ensino fundamental. A taxa de abandono nos finais do ensino fundamental foi de 1% em 2025. O abandono é o primeiro passo para evasão, quando o estudante não se matricula no ano seguinte, após abandonar no ano letivo. Leia na íntegra: Folha de S. Paulo Redação PROIFES-Federação

Novas regras para formação de professores incluem IA na grade e aula on-line ao vivo em instituições com nota baixa

Fonte: APUFSC/O Globo – O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou nesta terça-feira, dia 23, as novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para formação inicial de professores com a obrigatoriedade do ensino de “recursos de inteligência artificial” e uma regra que flexibiliza o decreto do Ministério da Educação para a educação à distância em cursos de graduação (EAD). Na nova regra criada pelo CNE, os cursos de Pedagogia e as licenciaturas ofertados no formato semipresencial deverão funcionar com uma carga horária presencial mínima de 50%. Os cursos que não conseguirem atingir o conceito 3 no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), avaliação que mede a qualidade dos cursos de ensino superior do país com uma escala de 1 a 5, em duas edições sucessivas serão obrigados a oferecer uma carga horária adicional de 20%, que poderá ser realizada no formato síncrono mediado ou presencial. As regras aprovadas nesta terça-feira agora terão a redação finalizada pelo CNE e serão encaminhadas para o Ministério da Educação (MEC), que precisa homologar a decisão. Só depois disso ela passa a valer.  Outra novidade do texto é a inclusão da obrigatoriedade de inteligência artificial entre os componentes que os futuros professores devem aprender. De acordo com texto, é preciso “desenvolver competências para a integração crítica, ética, inclusiva e pedagogicamente orientada das tecnologias digitais, da educação midiática e dos recursos de inteligência artificial nos processos de ensino, aprendizagem e avaliação”. Redação PROIFES-Federação 

Oito anos após lei pioneira, estados ainda enfrentam desafios de vacinar dentro da escola

Fonte: APUFSC/Folha de S. Paulo – Pioneiro na criação de uma lei estadual, em 2018, que passou a exigir a apresentação da carteira de vacinação atualizada para matrícula e rematrícula de estudantes das redes pública e privada, o Paraná inspirou outros estados a seguirem o mesmo caminho. As experiências mostram, porém, que legislações sozinhas não garantem melhores coberturas vacinais. Ao menos 16 estados possuem legislações ou diretrizes relacionadas à exigência da atualização vacinal no ambiente escolar. Em geral, a falta de vacinação não impede a matrícula ou a rematrícula, mas, nesses casos, o Conselho Tutelar e/ou o Ministério Público devem ser acionados. Transformar a escola em uma aliada da imunização busca enfrentar uma barreira conhecida pelas equipes de saúde: crianças mais velhas e, principalmente, adolescentes estão menos presentes nas salas de vacina. Dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar de 2024 mostram que pouco mais de 50% dos adolescentes tinham tido contato com algum serviço de saúde nos 12 meses anteriores ao estudo. Leia na íntegra: Folha de S. Paulo Redação PROIFES-Federação