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Sindicato discute demandas docentes em relação ao SLS com reitoria da UFBA

Publicado em : 16/10/2020

Após oficiar a Reitoria no dia 02/10 solicitando audiência para debater o SLS e os cenários para 2021, a Apub reuniu-se na manhã de hoje, 16/10, com o Magnífico Reitor, professor João Carlos, e o Pró-Reitor de Graduação, professor Penildon, para discutir questões relacionadas ao SLS, educação online, condições de trabalho docente e cenários para 2021.

Inicialmente, a diretoria do sindicato apontou a necessidade de ampliar o debate sobre a concepção de Educação Online que lastreia o SLS, envolvendo toda comunidade universitária, e propôs que o tema seja levado ao CONSUNI, considerando a previsão de continuidade das atividades remotas no próximo semestre devido ao quadro da pandemia, em virtude da resolução aprovada pelo Conselho Nacional de Educação para toda as redes do país até dezembro do próximo ano (2021).

Em seguida, a diretoria do sindicato trouxe os principais problemas identificados no amplo processo de escuta aos professores e professoras, que se deu, por exemplo, (1) pelas visitas online da Apub em cerca de 30 unidades da UFBA, realizadas a partir do mês de junho, (2) pela plenária docente organizada em conjunto com a representação docente no CONSUNI, que antecedeu a reunião do conselho em 21/07 e que debateu e constituiu coletiva e consensualmente a posição que seria levada pela representação, (3) pela consulta sobre o SLS em questionário elaborado pelo sindicato, seguidos (4) pela realização da Assembleia Geral virtual no dia 18 de setembro.

Dentre os principais problemas que incidem sobre a categoria docente, aparecem a questão da infraestrutura (internet banda larga, equipamentos e despesas extras) para a realização das atividades remotas, tema que esbarra na situação orçamentária das Universidades; e a necessidade de suporte pedagógico, técnico e tecnológico, sobre o qual a Apub propôs a criação de espaços para preparação de atividades, uso da internet e equipamentos, com suporte pedagógico e tecnológico, a exemplo da Assessoria Pedagógica, SEAD e STI, além da ampliação da formação docente (pedagógica e tecnológica) e sua equipe, de modo a potencializar seu alcance.

Há também alegações de assédio moral sofrido pelas/os docentes no processo de implementação do SLS e impactos na saúde mental em um contexto de precarização do trabalho e dos efeitos sociais da pandemia, sendo necessária a implementação de iniciativas para acompanhamento desses problemas pela Universidade; a Apub lembrou também a urgência de medidas institucionais para garantia da segurança de dados e de prevenção aos ataques e invasões às salas online, como já tem ocorrido e sobre os quais a assessoria jurídica do sindicato encaminhou, junto aos professores/as, denúncias ao Ministério Público e solicitou inquéritos às Polícias Federal e Civil.

O sindicato também cobrou o andamento das progressões e promoções de docentes, ao que sinalizou-se uma normalização do fluxo pela CPPD após dificuldades iniciais com as atividades remotas.

Por fim, a Apub cobrou uma posição sobre o diagnóstico do SLS e o papel do Comitê de Acompanhamento, bem como calendário e propostas para 2021. A Reitoria endossou o papel consultivo do Comitê e afirmou que, após o relatório inicial apresentado na primeira reunião do comitê, a Administração Central elaborará um diagnóstico mais preciso, associado a enquetes às categorias para melhor saneamento dos principais problemas do SLS. Sobre o ano de 2021, em sintonia com o pedido da Apub uma discussão ampla com a comunidade universitária, a reitoria afirmou que está dando início ao processo de escutas nas unidades e até o final da primeira quinzena de novembro deve apresentar à comunidade as propostas para 2021.

Fonte: Ascom APUB-Sindicato











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