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APUB - Universidades públicas deixaram de ser “espaços só das elites”

Publicado em : 27/07/2021

 

Ao longo dos séculos, as universidades se mostraram fundamentais à transformação do mundo.
Mas no Brasil, durante muito tempo, as instituições de ensino superior foram tratadas como um espaço para poucos, com diversas barreiras ao acesso das camadas mais pobres da sociedade.


Mas isso começou a mudar a partir dos anos 2000, graças a alguns fatores:

Ampliação das vagas, com expansão das instituições públicas existentes (tanto em estrutura como na abertura de novos campi), abertura de novas universidades e criação dos Institutos Federais

Adoção de políticas de democratização do acesso ao ensino superior, que triplicaram a proporção de estudantes negros, pobres e indígenas nas universidades, principalmente a partir da adoção de cotas raciais

Lei das cotas, criada em 2012 pelo governo de Dilma Rousseff, que estabeleceu que metade de vagas nos processos seletivos devem ser destinados para estudantes egressos de escolas públicas, levando em consideração critérios raciais e sociais.

As mudanças históricas, porém, vieram acompanhadas de ataques dos mais diversos, especialmente por ondas de fake news que propagam o ódio daqueles que desejam manter as universidades públicas brasileiras como um espaço reservado às elites e aos privilegiados.


De certa maneira, as fake news espalhadas por extremistas, que tentam fazer as pessoas acreditar que as universidades públicas estão tomadas por traficantes de drogas, reforçam os preconceitos pela presença das pessoas provenientes das camadas mais pobres da população (como se parte considerável dos mais ricos não convivesse com as drogas).

Por outro lado, não deixar de ser um reflexo do mesmo pensamento de quem diz que aeroporto virou rodoviária, ou do presidente da República, Jair Bolsonaro, que disse que as pessoas que o criticam não devem andar de avião, mas de jegue (numa evidente inferência preconceituosa de que os nordestinos seriam todos pobres e não teriam “cacife” para viajar de avião).

Segundo esse pensamento mesquinho, há certos lugares que deveriam ser reservados apenas aos mais ricos.
Esses radicais se remoem de ódio contra qualquer avanço na universalidade do ensino superior público e de qualidade.

Porque apesar de toda essa resistência das elites, o ensino superior se tornou mais acessível à população brasileira mais pobre. Confira abaixo qual é a sua situação atual. Os dados são do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Universidades públicas deixaram de ser “espaços só das elites”

Ao longo dos séculos, as universidades se mostraram fundamentais à transformação do mundo.
Mas no Brasil, durante muito tempo, as instituições de ensino superior foram tratadas como um espaço para poucos, com diversas barreiras ao acesso das camadas mais pobres da sociedade.


Mas isso começou a mudar a partir dos anos 2000, graças a alguns fatores:

Ampliação das vagas, com expansão das instituições públicas existentes (tanto em estrutura como na abertura de novos campi), abertura de novas universidades e criação dos Institutos Federais

Adoção de políticas de democratização do acesso ao ensino superior, que triplicaram a proporção de estudantes negros, pobres e indígenas nas universidades, principalmente a partir da adoção de cotas raciais

Lei das cotas, criada em 2012 pelo governo de Dilma Rousseff, que estabeleceu que metade de vagas nos processos seletivos devem ser destinados para estudantes egressos de escolas públicas, levando em consideração critérios raciais e sociais.

As mudanças históricas, porém, vieram acompanhadas de ataques dos mais diversos, especialmente por ondas de fake news que propagam o ódio daqueles que desejam manter as universidades públicas brasileiras como um espaço reservado às elites e aos privilegiados.


De certa maneira, as fake news espalhadas por extremistas, que tentam fazer as pessoas acreditar que as universidades públicas estão tomadas por traficantes de drogas, reforçam os preconceitos pela presença das pessoas provenientes das camadas mais pobres da população (como se parte considerável dos mais ricos não convivesse com as drogas).

Por outro lado, não deixar de ser um reflexo do mesmo pensamento de quem diz que aeroporto virou rodoviária, ou do presidente da República, Jair Bolsonaro, que disse que as pessoas que o criticam não devem andar de avião, mas de jegue (numa evidente inferência preconceituosa de que os nordestinos seriam todos pobres e não teriam “cacife” para viajar de avião).

Segundo esse pensamento mesquinho, há certos lugares que deveriam ser reservados apenas aos mais ricos.
Esses radicais se remoem de ódio contra qualquer avanço na universalidade do ensino superior público e de qualidade.

Porque apesar de toda essa resistência das elites, o ensino superior se tornou mais acessível à população brasileira mais pobre. Confira abaixo qual é a sua situação atual. Os dados são do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

 

A defesa das universidades federais é fundamental


Como você pode ver, a educação superior brasileira conquistou avanços históricos nos últimos 20 anos.
Porém, com a chegada dos governos de Michel Temer e Jair Bolsonaro, as instituições públicas (sobretudo as federais) têm enfrentado imensas adversidades para se manter como espaços de produção do conhecimento e fortalecimento da justiça social.


Não apenas a presença dos mais pobres, dos negros e dos indígenas está sendo reduzida, como a própria sobrevivência das universidades federais está em risco.


Mais do que ensinar uma profissão, nós contribuímos para o desenvolvimento do pensamento crítico, incentivamos o questionamento e a liberdade de expressão.


A defesa das universidades federais é fundamental para a redução das injustiças e das desigualdades.

Fonte: APUB
















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